Live and let live giving the best in you... Tomorrow will give you the strenght you need to be happy...
segunda-feira, outubro 13, 2014
Flutuando...
A ideia de fazer um cruzeiro foi de início uma loucura pois o meu mais-que-tudo não passa muito bem com a ondulação marítima, mas não devemos ficar na ignorância e partimos para uma experiência de 5 dias no mar.
Embarcámos em Lisboa no MSC Opera com destino ao porto de Southampton, para quem não sabe foi o porto de onde saiu o Titanic.
A viagem teve a duração de 5 dias com paragem no porto de Bilbao e no porto de Le Havre, um dos portos que relata a história no desembarque da Normandia.
Bilbao é uma cidade muito bonita, limpa e interessante. Para os amantes da cultura e da arquitetura é paragem obrigatória no Guggenheim, que está envolvido com peças de arte. Bilbao é uma cidade simpática e sinceramente quero voltar para conhecer com mais tempo.
Chegados ao porto de Le Havre, após 4 dias de navegação eis que apanho uma decepção, o porto é muito industrial, sem grande recepção e preparação para receber cruzeiros e após uma grande chuvada lá fui conhecer a cidade que se demonstrou ser pouco atractiva. A maioria das lojas abriam só às 14h e sendo ainda umas 11h mais valia regressar ao navio. Mas fizemos um passeio com guia num comboio elétrico pela Cidade. Le Havre é uma cidade que foi reconstruída depois de ter sido devastada na 2ª Guerra Mundial, a sua história não passa despercebida e apesar de não parecer muito atractiva relembra-nos um pouco das aulas de história.
Depois de 5 dias no mar desembarcamos em Southampton, um porto fantástico mas as autoridades britânicas só nos deixam sair após a verificação do passaporte. Após sairmos do barco pelas 10h vamos rumo à cidade de sua majestade.
A viagem de barco foi fantástica, mas para quem nunca viajou prepare-se com comprimidos para o enjoo, pois apesar de grande o barco pode abanar. Aconselha-se medicação para os mais sensíveis mas alguns dos truques é comer e não deixar o estomago vazio ou só com líquidos, pois os enjoos são mais frequentes nestas situações.
O navio era fantástico, bem decorado com tudo o que é necessário: restaurantes, bares, cafés, casino, espectáculos e concertos, biblioteca, shopping, piscina, discoteca, etc. Realmente não faltam espaços para diversão.
Aconselha-se, também, para quem quer descansar. Façam como eu, durmam, leiam muito, descansem e divirtam-se. Há de tudo um pouco.
A próxima aventura seguiu-se por Londres, numa curta visita de 3 dias, a diversão ainda não acabou ...
Embarcámos em Lisboa no MSC Opera com destino ao porto de Southampton, para quem não sabe foi o porto de onde saiu o Titanic.
A viagem teve a duração de 5 dias com paragem no porto de Bilbao e no porto de Le Havre, um dos portos que relata a história no desembarque da Normandia.
Bilbao é uma cidade muito bonita, limpa e interessante. Para os amantes da cultura e da arquitetura é paragem obrigatória no Guggenheim, que está envolvido com peças de arte. Bilbao é uma cidade simpática e sinceramente quero voltar para conhecer com mais tempo.
Chegados ao porto de Le Havre, após 4 dias de navegação eis que apanho uma decepção, o porto é muito industrial, sem grande recepção e preparação para receber cruzeiros e após uma grande chuvada lá fui conhecer a cidade que se demonstrou ser pouco atractiva. A maioria das lojas abriam só às 14h e sendo ainda umas 11h mais valia regressar ao navio. Mas fizemos um passeio com guia num comboio elétrico pela Cidade. Le Havre é uma cidade que foi reconstruída depois de ter sido devastada na 2ª Guerra Mundial, a sua história não passa despercebida e apesar de não parecer muito atractiva relembra-nos um pouco das aulas de história.
Depois de 5 dias no mar desembarcamos em Southampton, um porto fantástico mas as autoridades britânicas só nos deixam sair após a verificação do passaporte. Após sairmos do barco pelas 10h vamos rumo à cidade de sua majestade.
A viagem de barco foi fantástica, mas para quem nunca viajou prepare-se com comprimidos para o enjoo, pois apesar de grande o barco pode abanar. Aconselha-se medicação para os mais sensíveis mas alguns dos truques é comer e não deixar o estomago vazio ou só com líquidos, pois os enjoos são mais frequentes nestas situações.
O navio era fantástico, bem decorado com tudo o que é necessário: restaurantes, bares, cafés, casino, espectáculos e concertos, biblioteca, shopping, piscina, discoteca, etc. Realmente não faltam espaços para diversão.
Aconselha-se, também, para quem quer descansar. Façam como eu, durmam, leiam muito, descansem e divirtam-se. Há de tudo um pouco.
A próxima aventura seguiu-se por Londres, numa curta visita de 3 dias, a diversão ainda não acabou ...
quarta-feira, outubro 02, 2013
Nem sempre são feias mas fazem-se! :(
Porque que é que a maioria das mulheres ligadas à política ou são feias ou são mulheres que se vestem, e se igualam, de forma masculina? Será que uma presidente da assembleia não pode ir com um vestido justo, ou discreto decote, uma leve maquilhagem e o cabelo penteado? Ou será que uma ministra das finanças não pode vestir um tailleur de saia, dar cor aos olhos e pentear-se, de vez em quando?
Será que têm de se vestir como homens, agir como homens, serem odiados por todos da forma como as mulheres traídas odeiam os homens traidores?
Será que para ser política é necessário ser feia ou masculina?
Mas, porquê? Será que acham que as mulheres bonitas, arranjadas, chiques e fashion não têm capacidade para estar à frente de um partido, de uma pasta, de uma direcção, de um cargo político? Voltámos à era mais que passada em que as mulheres se sentiam inferiores e consideradas inferiores em relação aos homens? Será por pensamentos destes que o país não evolui?
Ou será que a vida política não deixa tempo para uma ida ao cabeleireiro, ao shopping ou à Internet, visto que já dá para comprar tudo por esse sitio...
Se é para ter mulheres a trabalhar para os avanços positivos do país prefiro ter um modelo que me desperte a vontade de seguir não só como pessoa como em relação à sua capacidade, mas também que a possa associar a: inteligência, bom gosto e asseio.
A percepção que temos de alguém passa muito pela forma como esta se veste, se comporta e age perante as situações. Vestir-se de forma masculina transparece algo que pode ser visto como negativo, neste caso, para as mulheres, e assim, não sei se quero que sejam esta espécie de mulheres a governar o meu país.
Será que estou a ser racista com a minha própria raça?
Será que têm de se vestir como homens, agir como homens, serem odiados por todos da forma como as mulheres traídas odeiam os homens traidores?
Será que para ser política é necessário ser feia ou masculina?
Mas, porquê? Será que acham que as mulheres bonitas, arranjadas, chiques e fashion não têm capacidade para estar à frente de um partido, de uma pasta, de uma direcção, de um cargo político? Voltámos à era mais que passada em que as mulheres se sentiam inferiores e consideradas inferiores em relação aos homens? Será por pensamentos destes que o país não evolui?
Ou será que a vida política não deixa tempo para uma ida ao cabeleireiro, ao shopping ou à Internet, visto que já dá para comprar tudo por esse sitio...
Se é para ter mulheres a trabalhar para os avanços positivos do país prefiro ter um modelo que me desperte a vontade de seguir não só como pessoa como em relação à sua capacidade, mas também que a possa associar a: inteligência, bom gosto e asseio.
A percepção que temos de alguém passa muito pela forma como esta se veste, se comporta e age perante as situações. Vestir-se de forma masculina transparece algo que pode ser visto como negativo, neste caso, para as mulheres, e assim, não sei se quero que sejam esta espécie de mulheres a governar o meu país.
Será que estou a ser racista com a minha própria raça?
terça-feira, setembro 03, 2013
Net Business.
Certamente já conhecem nomes como Stipfort, telexfree e gold não sei das quantas, estes são os novos negócios que supostamente fazem de um sem abrigo um multi milionário.
A verdade é que tem havido um boom de negócios na Internet que até o pobre desconfia, será que as pessoas continuam a acreditar nestas tretas?
Tratam-se de esquemas de burlas e fraudes em que os primeiros a entrar ganham ou pelo menos recuperam o dinheio que investiram mas todos os que vierem depois ficam literalmente a chuchar no dedo.
No Brasil já existem processos contra a telexfree pois muita gente perdeu dinheiro quando lhes prometeram fortunas, mesmo cumprindo os supostos requisitos.
Então vamos lá ver como isto funciona: eu entro com 500/1000 euros, levo o namorado, a irmã, o cunhado, o irmão, os pais, os sogros, os primos, ou seja, a familia toda. Supondo que não tenho dinheiro e que sou capaz de pedir emprestado, fico com um divida e ainda meti a familia inteira numa alhada. A pessoa que me convenceu, que se encontra no topo da pirâmide ganha o meu dninheiro e de todos os outros mas então e eu? Quem garante que a minha família ganha alguma coisa?
Será esta nova forma de fazer dinheiro legal? O que se ganha é declarado nas Finanças? Claro que não. Do modo como anda o País ainda não vieram atrás destes esquemas de pirâmide e paralelos? Quem começa está ganho, mas ninguém garante aos restantes.
Há quem diga que já ganhou. Mas será que sim? Nunca vi ninguém com esse dinheiro... não será uma forma de me convencer para que possam ganhar com o meu investimento?
O que me provoca uma certa desconfiança, ou seja, MUITA, é porque começaram a experimentar estes esquemas em Portugal, na ilha da Madeira. Porquê a Madeira? Por ser mais pequena? Por ter menos população? Por acharem os madeirenses burros? Porque ainda os madeirenses têm algum dinheiro e são viciados na Internet? Porque a Madeira é um dos distritos com mais desemprego a nível nacional, mais perto do ponto de desespero, um sitio mais pequeno e fácil de controlar e extinguir o ramo de actividade? Será que pensa por ser uma ilha as pessoas são mais limitadas e mais fáceis de enganar?
Só sei que ficam perguntas mas nada de respostas.
O que realmente sei é que para ganhar dinheiro não preciso de pagar nada, pois para mim ter de pagar não é necessariamente um investimento, e para quem trabalha sabe que sem esforço de mão-de-obra não há remuneração.
Falo nesta questão há muitos meses pois este ano foi um boom de "empresas" deste género. No entanto, apesar de saber que estão envolvidos jornalistas, professores, engenheiros, entre outras profissões, licenciados e não licenciados, pessoas instruídas e menos instruídas, apenas uma pequena notícia passou na Televisão. Ms onde está o grosso da investigação? Onde está a câmara oculta que filma as reuniões de lavagem cerebral? Onde estão os verdadeiros jornalistas? Estão todos a dormir? E as pessoas que assistiram a essas reuniões, onde estão? Os que não ficaram convencidos não acham que podiam juntar-se e fazer queixa do esquema? Onde está a legislação que diz que é legal?
Mais perguntas sem resposta...
A verdade é que tem havido um boom de negócios na Internet que até o pobre desconfia, será que as pessoas continuam a acreditar nestas tretas?
Tratam-se de esquemas de burlas e fraudes em que os primeiros a entrar ganham ou pelo menos recuperam o dinheio que investiram mas todos os que vierem depois ficam literalmente a chuchar no dedo.
No Brasil já existem processos contra a telexfree pois muita gente perdeu dinheiro quando lhes prometeram fortunas, mesmo cumprindo os supostos requisitos.
Então vamos lá ver como isto funciona: eu entro com 500/1000 euros, levo o namorado, a irmã, o cunhado, o irmão, os pais, os sogros, os primos, ou seja, a familia toda. Supondo que não tenho dinheiro e que sou capaz de pedir emprestado, fico com um divida e ainda meti a familia inteira numa alhada. A pessoa que me convenceu, que se encontra no topo da pirâmide ganha o meu dninheiro e de todos os outros mas então e eu? Quem garante que a minha família ganha alguma coisa?
Será esta nova forma de fazer dinheiro legal? O que se ganha é declarado nas Finanças? Claro que não. Do modo como anda o País ainda não vieram atrás destes esquemas de pirâmide e paralelos? Quem começa está ganho, mas ninguém garante aos restantes.
Há quem diga que já ganhou. Mas será que sim? Nunca vi ninguém com esse dinheiro... não será uma forma de me convencer para que possam ganhar com o meu investimento?
O que me provoca uma certa desconfiança, ou seja, MUITA, é porque começaram a experimentar estes esquemas em Portugal, na ilha da Madeira. Porquê a Madeira? Por ser mais pequena? Por ter menos população? Por acharem os madeirenses burros? Porque ainda os madeirenses têm algum dinheiro e são viciados na Internet? Porque a Madeira é um dos distritos com mais desemprego a nível nacional, mais perto do ponto de desespero, um sitio mais pequeno e fácil de controlar e extinguir o ramo de actividade? Será que pensa por ser uma ilha as pessoas são mais limitadas e mais fáceis de enganar?
Só sei que ficam perguntas mas nada de respostas.
O que realmente sei é que para ganhar dinheiro não preciso de pagar nada, pois para mim ter de pagar não é necessariamente um investimento, e para quem trabalha sabe que sem esforço de mão-de-obra não há remuneração.
Falo nesta questão há muitos meses pois este ano foi um boom de "empresas" deste género. No entanto, apesar de saber que estão envolvidos jornalistas, professores, engenheiros, entre outras profissões, licenciados e não licenciados, pessoas instruídas e menos instruídas, apenas uma pequena notícia passou na Televisão. Ms onde está o grosso da investigação? Onde está a câmara oculta que filma as reuniões de lavagem cerebral? Onde estão os verdadeiros jornalistas? Estão todos a dormir? E as pessoas que assistiram a essas reuniões, onde estão? Os que não ficaram convencidos não acham que podiam juntar-se e fazer queixa do esquema? Onde está a legislação que diz que é legal?
Mais perguntas sem resposta...
quarta-feira, maio 22, 2013
Porque agora envelhecer paga imposto.
Para quem ainda não sabe temos de nos manter sempre jovens de preferência até à doce idade de 30 anos, pois a partir daí começam os problemas.
Ser jovem com mais de 30 anos dificulta a contratação para um trabalho, já ninguém nos quer porque já somos velhos. os programas de estágios e a maioria do apoios do estado são para jovens ATÉ 30 anos, por isso aos 31 anos somos idosos.
Pensar que trabalhar até aos 45 anos, ou mais, no mesmo posto, na mesma empresa, é bom? é um trabalho para a vida? Não é, não. Depois chega uma época de crise fecham-se as empresas e vamos para o desemprego mas temos de continuar a pagar as nossas contas embora ninguém nos emprega porque já somos velhos de mais.
O Estado anda a exagerar com os impostos e tem prometido cada vez mais. Já nem compensa descontar para os serviços de saúde e até mais valia cada um de nós ter um seguro pessoal, até porque ir ao médico é demasiado caro e temos de por comida na mesa.
Enquanto uns ganham milhares, outros ganham dezenas de euros que mal dá para comprar comida para encher o frigorifico, quanto mais a dispensa.
E pagar contas? Água, Luz, Gás... muitas pessoas já não têm luz em casa por não terem dinheiro para as contas. É triste, muito triste, mesmo.
Envelhecer tem consequências gravíssimas, pois já não servimos para nada, porque estamos velhos e embora daqui a 30 anos, ou até mesmo antes, já não teremos direito a reforma. Pois os que ainda têm direito e têm recebido a sua reforma vão passar a descontar para impostos embora já o tenham feito uma vida inteira.
E pronto, assim só resta dar um grande VIVA à democracia; Viva aos direitos humanos; e, principalmente e sem ironia, viva aos nossos pais que têm aguentado este país de treta que se continua com tanta austeridade deixa de ser país por não ter população, se todos decidirem emigrar só ficam os políticos. - Portugal, o país fantasma...
Envelhecer é neste momento o medo de cada português, medo que lhe está estampado no rosto, mesmo dos mais jovens... envelhecer é quase que uma senteça de morte antes da 3ª idade, e dos problemas geriátricos normais da idade. Envelhecer saudável é coisa que já não existe e o medo já não são das rugas...
Ser jovem com mais de 30 anos dificulta a contratação para um trabalho, já ninguém nos quer porque já somos velhos. os programas de estágios e a maioria do apoios do estado são para jovens ATÉ 30 anos, por isso aos 31 anos somos idosos.
Pensar que trabalhar até aos 45 anos, ou mais, no mesmo posto, na mesma empresa, é bom? é um trabalho para a vida? Não é, não. Depois chega uma época de crise fecham-se as empresas e vamos para o desemprego mas temos de continuar a pagar as nossas contas embora ninguém nos emprega porque já somos velhos de mais.
O Estado anda a exagerar com os impostos e tem prometido cada vez mais. Já nem compensa descontar para os serviços de saúde e até mais valia cada um de nós ter um seguro pessoal, até porque ir ao médico é demasiado caro e temos de por comida na mesa.
Enquanto uns ganham milhares, outros ganham dezenas de euros que mal dá para comprar comida para encher o frigorifico, quanto mais a dispensa.
E pagar contas? Água, Luz, Gás... muitas pessoas já não têm luz em casa por não terem dinheiro para as contas. É triste, muito triste, mesmo.
Envelhecer tem consequências gravíssimas, pois já não servimos para nada, porque estamos velhos e embora daqui a 30 anos, ou até mesmo antes, já não teremos direito a reforma. Pois os que ainda têm direito e têm recebido a sua reforma vão passar a descontar para impostos embora já o tenham feito uma vida inteira.
E pronto, assim só resta dar um grande VIVA à democracia; Viva aos direitos humanos; e, principalmente e sem ironia, viva aos nossos pais que têm aguentado este país de treta que se continua com tanta austeridade deixa de ser país por não ter população, se todos decidirem emigrar só ficam os políticos. - Portugal, o país fantasma...
Envelhecer é neste momento o medo de cada português, medo que lhe está estampado no rosto, mesmo dos mais jovens... envelhecer é quase que uma senteça de morte antes da 3ª idade, e dos problemas geriátricos normais da idade. Envelhecer saudável é coisa que já não existe e o medo já não são das rugas...
terça-feira, maio 21, 2013
Prioridades de um desempregado
Infelizmente já passei pelo desespero de estar desempregado mas felizmente não vivi mais do que seis meses nessa situação. Ultimamente tenho estado perto de muitos desempregados das mais variadas idades, áreas e motivações e, infelizmente, chego à conclusão que a grande maioria está nesta situação há muitos anos e deve-se à sua única culpa.
Estar desempregado não é estar à "sombra da bananeira" à espera que surja uma oportunidade daquelas que nos batem à porta. No entanto, quando batem à porta ainda são recusadas pela falta de vontade de fazer seja lá o que for. Acho muito triste...
Claro, que quando me refiro a certas situações não estou a generalizar estou, simplesmente, a comentar o que tenho visto e, as conclusões que tirei devem-se ao que tenho vivido e experienciado junto a algumas dessas pessoas. A maioria sofre de uma falta de motivação e de um espírito negativista que os derruba de qualquer esperança, deixando-se cair no "non fare niente".
Estar desempregado é procurar trabalho como se de um trabalho se tratasse, ou seja, levantar de manhã procurar trabalho, almoçar e continuar à procura de emprego ao longo do dia como se de um horário de trabalho se tratasse.
As técnicas usadas por cada um para a procura ter mais sucesso depende de cada pessoa mas, cada vez mais pessoas, adoptam a criação de perfis em certas redes sociais como o Facebook e o Linkedin, que ajudam a criar um perfil profissional e contribuir para a divulgação das suas competências.
Mas, não esquecer que é importante contactar as empresas e dirigir-se às mesmas de modo a apresentar o seu currículo ou aproveitar para preencher a candidatura nos formulários das próprias empresas.
Há que definir prioridades e uma delas deverá ser estar activamente à procura de emprego e lembre-se que quanto mais currículos enviar mais hipóteses terá de ser chamado.
É de especial relevância o cuidado com a redacção do Currículo Vitae, que deve estar dirigido ao cargo a que se candidata. Deste modo, deve redigir vários currículos e personalizá-los de acordo com a vaga a que se candidata de forma a evidenciar as suas competências e a razão pela qual é o candidato ideal para preencher a vaga.
Também é de salientar que sentar-se no sofá à espera de um contacto do centro de emprego também não lhe traz vantagens, pelo contrário. Tente mentalizar-se que se está à procura de emprego deve mesmo procurar e não ficar à esperar de ser encontrado.
Estar desempregado não é estar à "sombra da bananeira" à espera que surja uma oportunidade daquelas que nos batem à porta. No entanto, quando batem à porta ainda são recusadas pela falta de vontade de fazer seja lá o que for. Acho muito triste...
Claro, que quando me refiro a certas situações não estou a generalizar estou, simplesmente, a comentar o que tenho visto e, as conclusões que tirei devem-se ao que tenho vivido e experienciado junto a algumas dessas pessoas. A maioria sofre de uma falta de motivação e de um espírito negativista que os derruba de qualquer esperança, deixando-se cair no "non fare niente".
Estar desempregado é procurar trabalho como se de um trabalho se tratasse, ou seja, levantar de manhã procurar trabalho, almoçar e continuar à procura de emprego ao longo do dia como se de um horário de trabalho se tratasse.
As técnicas usadas por cada um para a procura ter mais sucesso depende de cada pessoa mas, cada vez mais pessoas, adoptam a criação de perfis em certas redes sociais como o Facebook e o Linkedin, que ajudam a criar um perfil profissional e contribuir para a divulgação das suas competências.
Mas, não esquecer que é importante contactar as empresas e dirigir-se às mesmas de modo a apresentar o seu currículo ou aproveitar para preencher a candidatura nos formulários das próprias empresas.
Há que definir prioridades e uma delas deverá ser estar activamente à procura de emprego e lembre-se que quanto mais currículos enviar mais hipóteses terá de ser chamado.
É de especial relevância o cuidado com a redacção do Currículo Vitae, que deve estar dirigido ao cargo a que se candidata. Deste modo, deve redigir vários currículos e personalizá-los de acordo com a vaga a que se candidata de forma a evidenciar as suas competências e a razão pela qual é o candidato ideal para preencher a vaga.
Também é de salientar que sentar-se no sofá à espera de um contacto do centro de emprego também não lhe traz vantagens, pelo contrário. Tente mentalizar-se que se está à procura de emprego deve mesmo procurar e não ficar à esperar de ser encontrado.
domingo, março 17, 2013
sexta-feira, março 08, 2013
Ah! Hoje é Dia Internacional da Mulher.
Sei que este dia existe por diversas razões seja pelas nossas lutas em sermos ouvidas, o direito ao voto, a emancipação da mulher, etc. A verdade é que embora todo o passado ter sido importante para os dias de hoje, e agradeço a todas as lutadoras pela Liberdade que me proporcionaram, em torno de tudo isto existe uma grande campanha de marketing com o intuito de ganhar dinheiro às suas custas.
Certamente, muitas mulheres no dia de hoje receberão flores (as floristas agradecem), como é sexta-feira nem imagino a quantidade de restaurantes que prepararão jantar para vários grupos de mulheres que se juntam para comemorar a data (já fiz parte de um destes grupos), mas no fundo é só uma razão para festejar algo, é quase que uma desculpa.
Logo pela manhã começam as mensagens no Facebook, Twitter e outras redes sociais. Mas se até brincam que "o dia da mulher é todos os dias" porquê tanto alarido?
Será este dia uma desculpa para "abandonar" os lares, os maridos e os namorados com a desculpa que o dia é só nosso e que temos de celebrar com as amigas? É preciso um dia para isso?
Não quero parecer demasiado fria com o que escrevo mas é que não sei se terá muito sentido continuarmos a celebrar algo que já não é celebrado pelo seu propósito inicial mas sim pela futilidade em que este dia se tornou.
Hoje é um bom dia para estar com a família, amigos, marido e/ou namorados, mas porque é sexta-feira e o fim-de-semana começa hoje à noite e não porque hoje é um dia com uma importância carregada de significado mas com uma celebração sem sentido.
Porque é que hoje as mulheres não saem à rua para agradecer tudo o que conquistaram? Façam uma manifestação e voltem a queimar os soutiens contra o roubo deste Governo.
Adoro ser mulher e se fosse homem seria demasiado feminino :)
Mas tudo isto para fazer ver que este dia é hoje uma dia diferente de outrora, no entanto, aproveito para agradecer quem sou, mas só posso agradecer aos meus pais, Mãe e Pai, porque sem eles eu não existiria.
Como tal, é sempre necessário, ou quase sempre, existir um homem para nos ajudar e fazerem da nossa existência uma verdade e uma realidade, é por essa razão que somos um ser gregário.
Certamente, muitas mulheres no dia de hoje receberão flores (as floristas agradecem), como é sexta-feira nem imagino a quantidade de restaurantes que prepararão jantar para vários grupos de mulheres que se juntam para comemorar a data (já fiz parte de um destes grupos), mas no fundo é só uma razão para festejar algo, é quase que uma desculpa.
Logo pela manhã começam as mensagens no Facebook, Twitter e outras redes sociais. Mas se até brincam que "o dia da mulher é todos os dias" porquê tanto alarido?
Será este dia uma desculpa para "abandonar" os lares, os maridos e os namorados com a desculpa que o dia é só nosso e que temos de celebrar com as amigas? É preciso um dia para isso?
Não quero parecer demasiado fria com o que escrevo mas é que não sei se terá muito sentido continuarmos a celebrar algo que já não é celebrado pelo seu propósito inicial mas sim pela futilidade em que este dia se tornou.
Hoje é um bom dia para estar com a família, amigos, marido e/ou namorados, mas porque é sexta-feira e o fim-de-semana começa hoje à noite e não porque hoje é um dia com uma importância carregada de significado mas com uma celebração sem sentido.
Porque é que hoje as mulheres não saem à rua para agradecer tudo o que conquistaram? Façam uma manifestação e voltem a queimar os soutiens contra o roubo deste Governo.
Adoro ser mulher e se fosse homem seria demasiado feminino :)
Mas tudo isto para fazer ver que este dia é hoje uma dia diferente de outrora, no entanto, aproveito para agradecer quem sou, mas só posso agradecer aos meus pais, Mãe e Pai, porque sem eles eu não existiria.
Como tal, é sempre necessário, ou quase sempre, existir um homem para nos ajudar e fazerem da nossa existência uma verdade e uma realidade, é por essa razão que somos um ser gregário.
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
Coitado é o triste que não investiga e pensa antes de abrir a boca... ou dar uso ao teclado do pc.
Já passou muito tempo desde a última publicação, que remete a Dezembro do ano passado. Mas hoje arranjei um tempinho para partilhar algumas ideias e mostrar que não me esqueci deste cantinho que é muito especial e às vezes o amigo mais próximo que tenho.
Enquanto navegava na Internet, numa espécie de Zapping na Internet, ou "Netzapping", deparo-me com uma notícia que referia um post sobre um tema da actualidade: Os óscares - os mais e os menos bem vestidos.
Infelizmente os comentários não eram os melhores e o conteúdo do dito post também foi infeliz, trata-se, evidentemente, dos comentários da "Pipoca mais Doce" ao criticar as vestes de uma portuguesa, Sofia Alves, que ganhou uma ida aos óscares através da Associação Make a Wish, e que é uma lutadora contra uma doença, embora actual, não menos boa.
Foi uma gaffe da senhora, embora ela não soubesse quem era a rapariga, o que lá fazia, nem os problemas que tem. Pois quem vê caras não vê corações.
No entanto, serve o dito facto para realçar que quando criticamos, quando não sabemos algo ou não temos a certeza devemos investigar. Nem todos somos jornalistas ou criticos profissionais, e, sim, todos nós cometemos erros, mas fica a lição de que: quando não sabemos perguntamos ou investigamos. Certamente, a Sofia Alves, não se sentiu confortável com a situação e há que salientar que nem todos temos dinheiro para comprar vestidos de estilistas, sejam eles nacionais ou internacionais.
Nem todos vivem de futilidades e até têm problemas bem mais graves com que se preocupar. A sua maior preocupação não será de certeza: qual a roupa que vou levar aos óscares? Ou qual a roupa, os sapatos, clutchers, e todos os outros acessórios que "embonecam" uma pessoa.
Enquanto navegava na Internet, numa espécie de Zapping na Internet, ou "Netzapping", deparo-me com uma notícia que referia um post sobre um tema da actualidade: Os óscares - os mais e os menos bem vestidos.
Infelizmente os comentários não eram os melhores e o conteúdo do dito post também foi infeliz, trata-se, evidentemente, dos comentários da "Pipoca mais Doce" ao criticar as vestes de uma portuguesa, Sofia Alves, que ganhou uma ida aos óscares através da Associação Make a Wish, e que é uma lutadora contra uma doença, embora actual, não menos boa.
Foi uma gaffe da senhora, embora ela não soubesse quem era a rapariga, o que lá fazia, nem os problemas que tem. Pois quem vê caras não vê corações.
No entanto, serve o dito facto para realçar que quando criticamos, quando não sabemos algo ou não temos a certeza devemos investigar. Nem todos somos jornalistas ou criticos profissionais, e, sim, todos nós cometemos erros, mas fica a lição de que: quando não sabemos perguntamos ou investigamos. Certamente, a Sofia Alves, não se sentiu confortável com a situação e há que salientar que nem todos temos dinheiro para comprar vestidos de estilistas, sejam eles nacionais ou internacionais.
Nem todos vivem de futilidades e até têm problemas bem mais graves com que se preocupar. A sua maior preocupação não será de certeza: qual a roupa que vou levar aos óscares? Ou qual a roupa, os sapatos, clutchers, e todos os outros acessórios que "embonecam" uma pessoa.
Gostava ainda de referir, que isto tudo são opiniões e em tudo há o reverso da medalha, pois já que foi uma critica às roupas da rapariga e não directamente ao tipo de pessoa ou outras caraterísticas da mesma. A autora podia não se desculpar mas fê-lo porque - talvez a sua opinião mudou só pelo simples facto de saber que está doente? O que me leva a questionar: então por uma pessoa estar doente ou ser incapacitada devido a alguma situação, ou outro, não pode ser criticada? Isso não será uma ofensa para a pessoa em questão, pois pode sentir que os outros não falam, criticam ou até chamam à atenção porque têm pena? Ter pena é um sentimento bom????!!!
Embora não seja o caso: Já pensaram em como poderia sentir-se uma pessoa que podia estar a cometer o maior erro, ou a maior barbaridade, mas que se apercebe do erro que iria cometer e todos à volta não se manifestaram pelo simples facto dessa pessoa ter uma incapacidade ou, infelizmente, ser portadora de uma doença?
Vamos agora dizer bem de uma pessoa só pelo simples facto de estar doente? As pessoas que foram más pessoas durante a vida toda, se ficarem doentes passam a ser boas?
Mais uma vez, este não é o caso, mas referi estas questões porque como as pessoas são tão rápidas a mudar de opinião, serão essas pessoas sinceras? Ou terão simplesmente, medo da opinião pública, e estão só preocupadas com as futilidades da vida, e com aquilo que pensam dela? Isto não será uma espécie de egoismo?
Infelizmente, tenho vivido de perto um caso de cancro e digo que realmente não é fácil, e quando se tratam de pessoas jovens será pior ainda, mas são pessoas e não coitados. Por isso, só me resta desejar muita força à Sofia Alves, pois tens lutado contra essa doença cruel que não olha a meios nem a fins para nos atingir. Mas não és uma coitada, és, sim, uma lutadora, uma pessoa que todos os dias, certamente, agradece por estar aqui perto de todos nós. Obrigada por servires de exemplo e, mesmo sem querer, conseguiste calar certas futilidades. Amanhã, concerteza, muitos vão parar para pensar antes de abrir a boca, apontar o dedo a alguém ou até mesmo criticar.
terça-feira, dezembro 25, 2012
Feliz Natal!!!
Este ano o Gaspar foi excluido do presépio mas ainda muitas pessoas não olharam a gastos e esbanjaram nas prendas, mas o que realmente interessa é a alegria estampada no rosto das crianças e dos adultos também. Esta quadra é de alegria, união, felicidade e, principalmente, de muito amor. Hoje é dia de olhar pelo próximo e fazer pessoas felizes. Boas Festas. :)
sexta-feira, novembro 30, 2012
segunda-feira, outubro 29, 2012
Jornalismo, num futuro longínquo ou um objectivo sem futuro?
Houve um dia em que pensei que fazia parte do futuro do jornalismo mas hoje sei que fiz parte de um sonho onde o jornalismo era um objectivo. Hoje questiona-se o futuro do jornalismo e qual o papel do jornalismo no futuro. Existe futuro? Como um dos convidados da Fátima Campos Ferreira disse hoje em dia as pessoas escolhem como querem ser informadas, seja por jornais, televisões, por jornalistas ou pelo "repórter cidadão". Com o desenvolvimento das novas tecnologias e o exacerbado uso da Internet e das redes sociais todos tornam-se informadores do seu meio, do seu núcleo.
Sejam sensacionalistas, partidários ou de outras vertentes a verdade é que existem empresas de comunicação para todos os gostos, ouvidos e pessoas.
Mas é triste ver a degradação das empresas de comunicação, as redacções ficam mais pequenas, fecham-se gráficas e quase nem existem tipografias, o negócio da escrita informativa tem-se degradado com o passar dos anos. Se há 9 anos eu achava que já não era futuro agora o objectivo será manter o presente sem degradar ainda mais esta profissão.
A quantidade de desempregados no jornalismo é arrepiante e a quantidade de licenciados em jornalismo que nem tiveram oportunidade de exercer a sua profissão será ainda maior, mas nos números e nas contagens do IEFP só falam em professores e engenheiros. As outras profissões não contam?
Sabemos que a fonte de negócio destas empresas noticiosas é a publicidade e sem essa receita não se faz jornalismo, no entanto seria importante descobrir uma forma de angariar mais receita sem ter de despedir pessoal porque as vendas baixaram e porque a publicidade tem vindo a baixar devido à crise portuguesa.
Os estudiosos têm as suas opiniões e estudam a evolução do jornalismo mas também não arranjam soluções para toda esta crise jornalística. Porque não fecham os cursos de jornalismo durante uns anos? Porque não se faz jornalismo como eu aprendi que devíamos fazer... onde está a prática da teoria das faculdades? Como singrar num mundo de notícias falsas e oportunistas? Onde está o jornalismo sério?
Por haver tanto por onde escolher que começou-se a fazer um jornalismo de competição sem olhar aos meios e por isso criou-se a desinformação, mas ainda temos algumas hipóteses por onde escolher, embora há sempre um oportunismo ou um objectivo comercial a atingir. É aqui que se perde o verdadeiro sentido do jornalismo troca-se a paixão pelos números e pelas receitas.
Assim o jornalismo continua um sonho mas não para realizar agora, nem tão cedo pois quando se deixa de acreditar em algo e somos contra a forma como é normal desempenhar certas funções teremos de ser nós a mudar e não os outros. E como é difícil remar contra a maré, um contra todos pode significar todos contra um. Ser minoria no seio de uma sociedade nem sempre é fácil...
Sejam sensacionalistas, partidários ou de outras vertentes a verdade é que existem empresas de comunicação para todos os gostos, ouvidos e pessoas.
Mas é triste ver a degradação das empresas de comunicação, as redacções ficam mais pequenas, fecham-se gráficas e quase nem existem tipografias, o negócio da escrita informativa tem-se degradado com o passar dos anos. Se há 9 anos eu achava que já não era futuro agora o objectivo será manter o presente sem degradar ainda mais esta profissão.
A quantidade de desempregados no jornalismo é arrepiante e a quantidade de licenciados em jornalismo que nem tiveram oportunidade de exercer a sua profissão será ainda maior, mas nos números e nas contagens do IEFP só falam em professores e engenheiros. As outras profissões não contam?
Sabemos que a fonte de negócio destas empresas noticiosas é a publicidade e sem essa receita não se faz jornalismo, no entanto seria importante descobrir uma forma de angariar mais receita sem ter de despedir pessoal porque as vendas baixaram e porque a publicidade tem vindo a baixar devido à crise portuguesa.
Os estudiosos têm as suas opiniões e estudam a evolução do jornalismo mas também não arranjam soluções para toda esta crise jornalística. Porque não fecham os cursos de jornalismo durante uns anos? Porque não se faz jornalismo como eu aprendi que devíamos fazer... onde está a prática da teoria das faculdades? Como singrar num mundo de notícias falsas e oportunistas? Onde está o jornalismo sério?
Por haver tanto por onde escolher que começou-se a fazer um jornalismo de competição sem olhar aos meios e por isso criou-se a desinformação, mas ainda temos algumas hipóteses por onde escolher, embora há sempre um oportunismo ou um objectivo comercial a atingir. É aqui que se perde o verdadeiro sentido do jornalismo troca-se a paixão pelos números e pelas receitas.
Assim o jornalismo continua um sonho mas não para realizar agora, nem tão cedo pois quando se deixa de acreditar em algo e somos contra a forma como é normal desempenhar certas funções teremos de ser nós a mudar e não os outros. E como é difícil remar contra a maré, um contra todos pode significar todos contra um. Ser minoria no seio de uma sociedade nem sempre é fácil...
domingo, outubro 28, 2012
segunda-feira, outubro 22, 2012
45 anos de RDP na Região
Logo pela manhã pela baixa da Cidade ouvia-se a emissão em directo das Antenas 1 e 3 e logo me ocorreu que hoje era dia de celebração da caixinha misteriosa da comunicação.
Para muitos, eu inclusivé, a rádio é uma companhia. Quem nunca adormeceu com um programa de rádio, a ouvir as suas músicas preferidas, anos 80, 90, pop, rock, romântica, etc. A rádio para mim foi sempre uma paixão, todo o mistério que envolve, a própria sensualidade transmitida, o desconhecido, e claro que não me refiro a programas de discos pedidos.
Tive o prazer de ter uma experiência radiofónica, muito interessante, algo que é mistificado, no melhor sentido da palavra, e ao mesmo tempo se revela como verdadeiro e não criado. Quem nunca imaginou quem estaria a falar do outro lado? Lembro-me das minhas insónias a ouvir os programas com músicas românticas e, mesmo, o tão famoso "Oceano Pacifico".
Mas é dia de dar os Parabéns à RDP pelo bom trabalho mas, por outro lado, lamento que este seja mais um ano negro para a comunicação, principalmente para os jornalistas. A nível regional os últimos anos têm revelado cada vez mais dificuldades e muitos jornalistas ficaram sem emprego, tendo de envergar por outras áreas. Nos últimos dias só se ouve falar em órgãos de comunicação como jornais, e a agência Lusa, falam-se em greves contra os despedimentos colectivos e individuais nesta profissão. Mas que raio, não há profissão que se safe a 100 por cento. :(
Sem jornalistas como é que o povo se informa, esta é das profissões mais criticadas. Acho que são poucas as conversas com amigos que não se fale da situação actual do País, atrás desse assunto falam das notícias e dos jornalistas que as escrevem. Irrita-me quando as pessoas falam sem conhecimento de causa. Claro que existem maus jornalistas, pseudo-jornalistas e maus profissionais, em todas as áreas, mas muitas vezes também o problema está na leitura pois há que lembrar que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Coloquem duas pessoas que, normalmente, têm ideias opostas sobre esta situação de crise e façam-nas ler a mesma notícia, pois é certo que vão ler, pelo menos um parágrafo, será interpretado de forma completamente diferente.
Mas quem gosta de jornalistas?
- Tem aquele que quer publicidade gratuita,
- O outro que quer 5 segundos de fama,
- O que lhe interessa mandar uns bitaites a titulo de provocação,
- O que responde à provocação,
- O Estado que faz passar Lá para fora só o que interessa,
mas estes todos, entre muitos outros, são os primeiros a dizer mal. Tudo acontece por mero oportunismo mas o jornalismo precisa de informação e notícias, seja por que maneira for. Não interessa se a informação veio de alguma fonte desconhecida o que importa é apurar a verdade e revelá-la da melhor forma. O jornalista é um autêntico detective.
Para muitos, eu inclusivé, a rádio é uma companhia. Quem nunca adormeceu com um programa de rádio, a ouvir as suas músicas preferidas, anos 80, 90, pop, rock, romântica, etc. A rádio para mim foi sempre uma paixão, todo o mistério que envolve, a própria sensualidade transmitida, o desconhecido, e claro que não me refiro a programas de discos pedidos.
Tive o prazer de ter uma experiência radiofónica, muito interessante, algo que é mistificado, no melhor sentido da palavra, e ao mesmo tempo se revela como verdadeiro e não criado. Quem nunca imaginou quem estaria a falar do outro lado? Lembro-me das minhas insónias a ouvir os programas com músicas românticas e, mesmo, o tão famoso "Oceano Pacifico".
Mas é dia de dar os Parabéns à RDP pelo bom trabalho mas, por outro lado, lamento que este seja mais um ano negro para a comunicação, principalmente para os jornalistas. A nível regional os últimos anos têm revelado cada vez mais dificuldades e muitos jornalistas ficaram sem emprego, tendo de envergar por outras áreas. Nos últimos dias só se ouve falar em órgãos de comunicação como jornais, e a agência Lusa, falam-se em greves contra os despedimentos colectivos e individuais nesta profissão. Mas que raio, não há profissão que se safe a 100 por cento. :(
Sem jornalistas como é que o povo se informa, esta é das profissões mais criticadas. Acho que são poucas as conversas com amigos que não se fale da situação actual do País, atrás desse assunto falam das notícias e dos jornalistas que as escrevem. Irrita-me quando as pessoas falam sem conhecimento de causa. Claro que existem maus jornalistas, pseudo-jornalistas e maus profissionais, em todas as áreas, mas muitas vezes também o problema está na leitura pois há que lembrar que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Coloquem duas pessoas que, normalmente, têm ideias opostas sobre esta situação de crise e façam-nas ler a mesma notícia, pois é certo que vão ler, pelo menos um parágrafo, será interpretado de forma completamente diferente.
Mas quem gosta de jornalistas?
- Tem aquele que quer publicidade gratuita,
- O outro que quer 5 segundos de fama,
- O que lhe interessa mandar uns bitaites a titulo de provocação,
- O que responde à provocação,
- O Estado que faz passar Lá para fora só o que interessa,
mas estes todos, entre muitos outros, são os primeiros a dizer mal. Tudo acontece por mero oportunismo mas o jornalismo precisa de informação e notícias, seja por que maneira for. Não interessa se a informação veio de alguma fonte desconhecida o que importa é apurar a verdade e revelá-la da melhor forma. O jornalista é um autêntico detective.
sexta-feira, outubro 19, 2012
O que os outros dizem e não dizem de mim.
As pessoas que nos rodeiam dizem muito sobre nós, pois sem querer adaptamo-nos ao nosso meio e às pessoas com quem lidamos diariamente de uma forma muito natural que é algo intrinseco a nós. Pois quando olho para trás e, apesar de ser mais nova, na altura, denoto que já fui mais fútil e mais esquisita com certas coisas e situações. Agora sinto-me mais descontraída e por isso também mais velha, e isso talvez signifique que cresci e passei a dar valor ao que realmente é importante.
Mas ao pensar nos grupos de amigos que já tive, desde a primária, consigo enumerar várias fases da minha vida, e em todas elas os amigos exerceram uma influência, por vezes boa e outras menos boa. Mesmo essas experiências menos boas ajudaram-me a crescer e a tornar-me quem sou hoje. Infelizmente, há pessoas que não aprendem e não evoluem, e simplesmente não se adaptam ao meio, às mudanças sociais.
Mas quando tentamos voltar a contactar com essas pessoas esquecemo-nos que essas também tiveram outro tipo de influência, dos seus amigos e do próprio meio onde estão inseridos, pode já não ser a mesma pessoa, que outrora conhecemos, ter mudado ou simplesmente esquecemo-nos de como essa pessoa era na altura.
Os amigos influenciam mas não nos mudam, ninguém ordena a ninguém para mudar embora existam pessoas demasiado influenciáveis, mas isso é outra história.
Resumindo, antes de contactar alguém com quem não estamos há muito tempo, anos, é melhor fazer uma retrospectiva do passado, onde essa pessoa fez parte, de modo a não termos surpresas. A comunicação é muito importante em qualquer tipo de relação mas, por vezes, por mais que exista uma tentativa de comunicação, isso não significa que o receptor compreenda, pois pode falar uma língua totalmente diferente. Esta falha de comunicação pode levar a desentendimentos, provocando discussões menos boas, e/ou à destruição do canal de transmissão, fazendo com que mensagem não seja entregue ou de forma correcta.
Às vezes por mais que as pessoas mudem não indica que tenha sido da melhor forma, ou que tenham se tornado pessoas melhores, pelo contrário. No entanto, sei que mudei para alguém melhor sem chatices, irritações, complicações, etc como aquele anúncio. A simplicidade continua a ser A qualidade de todas as qualidades...
Mas ao pensar nos grupos de amigos que já tive, desde a primária, consigo enumerar várias fases da minha vida, e em todas elas os amigos exerceram uma influência, por vezes boa e outras menos boa. Mesmo essas experiências menos boas ajudaram-me a crescer e a tornar-me quem sou hoje. Infelizmente, há pessoas que não aprendem e não evoluem, e simplesmente não se adaptam ao meio, às mudanças sociais.
Mas quando tentamos voltar a contactar com essas pessoas esquecemo-nos que essas também tiveram outro tipo de influência, dos seus amigos e do próprio meio onde estão inseridos, pode já não ser a mesma pessoa, que outrora conhecemos, ter mudado ou simplesmente esquecemo-nos de como essa pessoa era na altura.
Os amigos influenciam mas não nos mudam, ninguém ordena a ninguém para mudar embora existam pessoas demasiado influenciáveis, mas isso é outra história.
Resumindo, antes de contactar alguém com quem não estamos há muito tempo, anos, é melhor fazer uma retrospectiva do passado, onde essa pessoa fez parte, de modo a não termos surpresas. A comunicação é muito importante em qualquer tipo de relação mas, por vezes, por mais que exista uma tentativa de comunicação, isso não significa que o receptor compreenda, pois pode falar uma língua totalmente diferente. Esta falha de comunicação pode levar a desentendimentos, provocando discussões menos boas, e/ou à destruição do canal de transmissão, fazendo com que mensagem não seja entregue ou de forma correcta.
Às vezes por mais que as pessoas mudem não indica que tenha sido da melhor forma, ou que tenham se tornado pessoas melhores, pelo contrário. No entanto, sei que mudei para alguém melhor sem chatices, irritações, complicações, etc como aquele anúncio. A simplicidade continua a ser A qualidade de todas as qualidades...
quinta-feira, outubro 18, 2012
As novas regras da "Desonestidade"
Toda a gente, incluindo eu aqui neste sitio, só fala em austeridade e nas novas medidas impostas pelo Governo. Tanto se fala que já não aguento ouvir mais e até mudo de canal quando começam as informações diárias sobre o assunto.
Estas não são medidas de austeridade mas sim medidas desonestas propostas pelo nosso Governo. Mas irrita-me quando aparecem os chicos espertos a dizer que votamos neles e agora temos de aguentar, a esses respondo que é verdade mas também não haviam candidatos melhores. Além de que toda a situação de Portugal não aconteceu ontem mas tem vindo a acontecer na última década, há quem acredite que nunca chegámos a sair da crise dos anos 80, a última vez que o FMI veio a Portugal - e eu também já acredito que sim.
Ao fim de contas cresci a ouvir falar em poupar, ter cuidado com os gastos e a pensar no dia de amanhã, como tal, sendo eu uma criança dos anos 80, sempre vivemos numa crise.
Neste momento, não vale a pena julgar os que votaram ou não votaram pois todas estas medidas iam ser propostas pela Troika e os seus seguidores. É tipo uma seita ou, se quiserem, uma "maria vai com as outras" e iriamos passar pelo mesmo fosse quem fosse que estivesse no poder.
Mas onde eu quero chegar é que com tanto falar em crise e com os números de desemprego a aumentar há cada vez mais depressões e até já existem casos de pessoas que se suicidaram por não conseguirem pagar as suas dividas. Não é brincadeira!!! Mas também não podemos estar constantemente a falar sobre o assunto pois assim só vamos piorar a situação e ficaremos mais que depressivos e as nossas crianças crescerão depressivas e descontentes. Por isso proponho que se guarde 0.50€ cada vez que se fale no assunto assim pode ser que em vez de pensarmos que vamos ter de pagar cada vez mais impostos, passaremos a poupar uns trocos e viveremos, certamente, mais saudáveis. :)
Estas não são medidas de austeridade mas sim medidas desonestas propostas pelo nosso Governo. Mas irrita-me quando aparecem os chicos espertos a dizer que votamos neles e agora temos de aguentar, a esses respondo que é verdade mas também não haviam candidatos melhores. Além de que toda a situação de Portugal não aconteceu ontem mas tem vindo a acontecer na última década, há quem acredite que nunca chegámos a sair da crise dos anos 80, a última vez que o FMI veio a Portugal - e eu também já acredito que sim.
Ao fim de contas cresci a ouvir falar em poupar, ter cuidado com os gastos e a pensar no dia de amanhã, como tal, sendo eu uma criança dos anos 80, sempre vivemos numa crise.
Neste momento, não vale a pena julgar os que votaram ou não votaram pois todas estas medidas iam ser propostas pela Troika e os seus seguidores. É tipo uma seita ou, se quiserem, uma "maria vai com as outras" e iriamos passar pelo mesmo fosse quem fosse que estivesse no poder.
Mas onde eu quero chegar é que com tanto falar em crise e com os números de desemprego a aumentar há cada vez mais depressões e até já existem casos de pessoas que se suicidaram por não conseguirem pagar as suas dividas. Não é brincadeira!!! Mas também não podemos estar constantemente a falar sobre o assunto pois assim só vamos piorar a situação e ficaremos mais que depressivos e as nossas crianças crescerão depressivas e descontentes. Por isso proponho que se guarde 0.50€ cada vez que se fale no assunto assim pode ser que em vez de pensarmos que vamos ter de pagar cada vez mais impostos, passaremos a poupar uns trocos e viveremos, certamente, mais saudáveis. :)
segunda-feira, outubro 15, 2012
A minha escola é melhor que a tua!!!
No meu tempo ouviam-se as miúdas aos berros a dizer: “A
minha boneca é melhor que a tua!!! É mais gira. É de marca. É uma Barbie.” Etc…
I hate barbies.
Mas hoje fazem-se comparações com escolas, ou melhor, sempre
houve rankings e os alunos sempre souberam quais eram as melhores escolas, fossem
privadas ou públicas. Mas hoje em dia têm dado demasiado valor a isso,
podendo criar situações menos boas entre os estudantes.
Por acaso, hoje, vi uma
reportagem sobre escolas e programas inovadores e gostei de saber que existem alternativas para o que está errado. Visto o
ensino, ou melhor, a aprendizagem na matemática ser precária, não foi necessário
uma escola pertencer ao topo das melhores escolas para desenvolver um projecto
que faça com que os miúdos aprendam mais facilmente a matemática e superem as metas
de falha que existem nos dias de hoje.
São projectos destes que precisamos mas
em todas as áreas, pois as escolas/empresas/instituições, etc, de topo não se interessam pois já estão no topo embora
nem todos os alunos e funcionários sejam média de 20 ou exemplares.
Porque não fazem um ranking interno? A cada instituição e área,? Dos professores? Um ranking onde os alunos teriam de colocar à parte as suas diferenças e avaliar os professores com base no seu profissionalismo em termos de ensino.
Eu posso dizer que a matemática a mim não correu bem porque tive professores de matemática poucos crediveis em termos de profissionalismo. Mas este estudo teria de ser feito em várias disciplinas e áreas, seria muito importante para muita coisa andar em frente e não para os lados.
Queremos o Governo para fora daqui, peço desculpa, jáaaaaaaa!!!
O Gaspar já fala, mas tanto blá blá e ainda não disse nada
que já não soubéssemos. “Portugal atravessa um período difícil da sua história”
– duhhh a sério?
A proposta do OE 2013 é a única possível depois desta 5ª
avaliação, que só chegam à conclusão que só se pode cortar e prejudicar os mais
pobres?
Sacrifícios? Mas o senhor saberá o que significa essa
palavra? Já alguma vez fez algum sacrifício?
Recuar não é uma boa opção.
O IRS ficará como já foi dito anteriormente, então para quê
voltar a parar o País as 18h do dia de hoje.
Não pagar (a dívida) está fora de questão pois o País perdia
credibilidade, ou será que são os senhores que têm o rabo preso?
Sempre vivemos acima das capacidades de produção do País,
então o português não é conhecido por viver acima das suas possibilidades? Não
foi isso que o Governo sempre fez? E continuam a fazer.
Vão repor um subsidio, mas vamos descontar mais, então para
que serve? :S Os pensionistas receberão 10% do subsidio de férias, embora já
não trabalhem mas os trabalhadores, mais que activos, não têm direito.
São taxas, taxas e mais taxas, falam na taxa de IRS que é a
mais baixa da Europa mas não entendo o espanto pois está ao nível do nosso
ordenado mínimo e da maioria dos nossos ordenados. Mas mesmo assim aumenta para
13,2 % será que, amanhã, valerá a pena trabalhar?
Oh pa o homem engana-se tanto que só pede desculpa, ou será
que está a ser educado, e/ou a sua religião obriga-o a dizê-lo pelo pecado de estar a dizer o que diz, visto só prejudicar a
nossa situação em vez de nos ajudar.
Reduziram as Fundações? E as outras Organizações e todas
essas acabadas em Ões que não servem para nada, a não ser gastar os euros dos
cofres dos portugueses?
Bem daqui a uns dias já nenhum estabelecimento e/ou empresa
abrem aos feriados pois o pagamento desses dias passam dos actuais 50% para
25%, daqui a nada são de graça, nem nos pagarão. Mas, também, vão haver cortes nas pensões
de 3.5% a partir dos 1350 euros.
Redução dos postos de trabalho na função pública? Assino por
baixo, mas só se se livrarem dos que nada fazem como: ministros, deputados e restantes
funcionários em cargos bem menores. Pois não fazem falta os que se sentam à
sombra da bananeira. Mas acho que já falam em cortes de pessoal a mais, pois
também vão cortar nos transportes.
Sinceramente já não me apetece ouvir mais estes senhores, é sempre do mesmo e uma pessoa fica deprimida, e a semana mal começou.
sexta-feira, outubro 05, 2012
3 dias fantásticos ;)
Nada como um fim-de-semana prolongado longe do que é conhecido e de tudo o que é monótono e do quotidiano. Só falta deixar as novas tecnologias de parte... ;)
terça-feira, outubro 02, 2012
Geração 500 / geração à rasca
Ontem li uma notícia que fazia referência aos ordenados dos mais novos, que apesar de passarem uma média de 20 anos a estudar isso não se reflete na remunação no fim do mês.
Cada vez mais passamos da geração rasca para a geração 500, ou geração à rasca, apesar dos estudos não invalida que os nossos ordenados se traduzam em viver à vontade e sem preocupações. Cada vez mais todos nós contamos os trocos e gastamos para o bem mais necessário esquecendo os luxos, por mais pequenos que sejam.
O empresário que falava neste assunto, em que se baseava toda a notícia, referia que com ordenados de cerca de 500 euros os jovens não tinham vontade de trabalhar, não possuindo nenhum tipo de motivação. A este senhor respondo que não é uma questão de vontade pois desde que se goste do que se faz levantamo-nos de manhã com orgulho no que fazemos, além de que, neste momento, devemos agradecer por ter um trabalho seja ele qual for. (Infelizmente é este o sentimento geral.)
Mas a necessidade faz levantar qualquer um de manhã e ir trabalhar, o bom ambiente com os colegas também ajuda e se juntarmos tudo é óbvio que queremos ganhar mais no fim do mês pois toda a gente sabe que pagar contas, transportes e alimentação com apenas 500 euros não é fácil, mas também não é impossível. A motivação ganha-se pois deve estar sempre aliada à vontade e à força de mudança, de querer sempre mais. Um boa dose de ambição não faz mal a ninguém, e se todos fizermos o nosso trabalho fazemos lucrar a empresa e com isso lucramos também nós. Infelizmente nem todos pensam assim e nada fazem para melhorar e, com isso, pioram a situação do país, da empresa e a sua.
Acho que temos de fazer como os nossos pais, pensar sempre que amanhã será melhor e devemos poupar nem que sejam umas migalhas, se formos bons gestores do nosso dinheiro seremos bons a gerir qualquer coisa. Até pode ser que isso conte para o nosso CV, já que o outro teve equivalência num curso devido à sua experiência profissional e sem frequentar as aulas. Nunca se sabe - times are changing. :D
Quando se fala em manifestações e que somos a geração à rasca, ou 500, não estamos a jogar fora tudo o que sabemos ou conhecemos, estamos a elevar a nossa voz para que não nos tirem mais, pois se nos tirarem aí ficamos sem nada e não haverá forma de sobreviver. Em tempos dificeis não há fiado e se faltar pão à mesa a padaria não nos vai vender e apontar a dívida no caderninho, os tempos também mudaram e a palavra e a confiança já não são o que eram.
Mas a atitude correcta é a de não desistir, pois se isto melhorar vai melhorar também para os patrões que poderão aumentar quem merece, criando mais poder de compra. Se este ano não dá para fazer umas férias como sonhamos, fazemos umas mais pequenas ou ficamos em casa, pois há sempre o que fazer: nem que seja montar aquela prateleira que espera há meses para ser colocada. ;)
Há sempre o que fazer, agora não é sentados à sombra da bananeira que vamos ver algo feito, temos de por mãos à obra. Não é se queixando do trabalho ou da ausência dele que tudo se resolve. Ouvem-se as pessoas sempre a queixarem-se, ou é do patrão ou dos colegas, ou porque não têm trabalho. Mas simplesmente se queixam e nada fazem, ficam sempre à espera dos subsídios ou que algo mude sem mexer os braços.
Eu posso pertencer a esta sociedade mas não aceito uma geração 500 à rasca, mas sim uma geração 500 desenrascada, pois, mesmo assim, conseguem viver a sua vida com tantos obstáculos, dão a volta e é a esta geração que eu tenho orgulho de pertencer.
Cada vez mais passamos da geração rasca para a geração 500, ou geração à rasca, apesar dos estudos não invalida que os nossos ordenados se traduzam em viver à vontade e sem preocupações. Cada vez mais todos nós contamos os trocos e gastamos para o bem mais necessário esquecendo os luxos, por mais pequenos que sejam.
O empresário que falava neste assunto, em que se baseava toda a notícia, referia que com ordenados de cerca de 500 euros os jovens não tinham vontade de trabalhar, não possuindo nenhum tipo de motivação. A este senhor respondo que não é uma questão de vontade pois desde que se goste do que se faz levantamo-nos de manhã com orgulho no que fazemos, além de que, neste momento, devemos agradecer por ter um trabalho seja ele qual for. (Infelizmente é este o sentimento geral.)
Mas a necessidade faz levantar qualquer um de manhã e ir trabalhar, o bom ambiente com os colegas também ajuda e se juntarmos tudo é óbvio que queremos ganhar mais no fim do mês pois toda a gente sabe que pagar contas, transportes e alimentação com apenas 500 euros não é fácil, mas também não é impossível. A motivação ganha-se pois deve estar sempre aliada à vontade e à força de mudança, de querer sempre mais. Um boa dose de ambição não faz mal a ninguém, e se todos fizermos o nosso trabalho fazemos lucrar a empresa e com isso lucramos também nós. Infelizmente nem todos pensam assim e nada fazem para melhorar e, com isso, pioram a situação do país, da empresa e a sua.
Acho que temos de fazer como os nossos pais, pensar sempre que amanhã será melhor e devemos poupar nem que sejam umas migalhas, se formos bons gestores do nosso dinheiro seremos bons a gerir qualquer coisa. Até pode ser que isso conte para o nosso CV, já que o outro teve equivalência num curso devido à sua experiência profissional e sem frequentar as aulas. Nunca se sabe - times are changing. :D
Quando se fala em manifestações e que somos a geração à rasca, ou 500, não estamos a jogar fora tudo o que sabemos ou conhecemos, estamos a elevar a nossa voz para que não nos tirem mais, pois se nos tirarem aí ficamos sem nada e não haverá forma de sobreviver. Em tempos dificeis não há fiado e se faltar pão à mesa a padaria não nos vai vender e apontar a dívida no caderninho, os tempos também mudaram e a palavra e a confiança já não são o que eram.
Mas a atitude correcta é a de não desistir, pois se isto melhorar vai melhorar também para os patrões que poderão aumentar quem merece, criando mais poder de compra. Se este ano não dá para fazer umas férias como sonhamos, fazemos umas mais pequenas ou ficamos em casa, pois há sempre o que fazer: nem que seja montar aquela prateleira que espera há meses para ser colocada. ;)
Há sempre o que fazer, agora não é sentados à sombra da bananeira que vamos ver algo feito, temos de por mãos à obra. Não é se queixando do trabalho ou da ausência dele que tudo se resolve. Ouvem-se as pessoas sempre a queixarem-se, ou é do patrão ou dos colegas, ou porque não têm trabalho. Mas simplesmente se queixam e nada fazem, ficam sempre à espera dos subsídios ou que algo mude sem mexer os braços.
Eu posso pertencer a esta sociedade mas não aceito uma geração 500 à rasca, mas sim uma geração 500 desenrascada, pois, mesmo assim, conseguem viver a sua vida com tantos obstáculos, dão a volta e é a esta geração que eu tenho orgulho de pertencer.
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