Como é que as loiras chamam o elevador?
- Elevadooorrr???!!! (e depois esperam que ele chegue)
Lollll
Pode até não ter muita piada mas existem pessoas que ainda, nos dias de hoje, não sabem chamar o elevador. Porque é que a maioria das pessoas carrega no botão com a seta para baixo quando querem subir?
A seta para baixo não chama o elevador para baixo, não é isso que significa. Se estou no -2 e quero ir para o 1º andar carrego no botão com a seta para cima, que significa que quero subir. A seta para baixo não o traz para baixo só significa que a pessoa quer ir para baixo, o que faço quando saio do 1º andar e quero ir para o estacinamento -2 .
As pessoas podem não ser todas loiras mas às vezes comportam-se como tal, e depois ainda se queixam.
Live and let live giving the best in you... Tomorrow will give you the strenght you need to be happy...
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sexta-feira, agosto 10, 2012
terça-feira, julho 24, 2012
Porto Santense, "alentejano" madeirense
Todos sabemos no que toca a anedotas os alentejanos são os que marcam mais presença, no caso dos madeirenses são as pessoas do Porto Santo que mais "sofrem".
O problema é que muitas das situações relatadas não são anedota embora pareçam. Outro dia no café com uns amigos fiquei a saber mais sobre esta população que muito deixa a desejar em termos de hospitalidade para os madeirenses, da Madeira.
Um exemplo:
Vai uma pessoa a uma padaria e verifica que só existem 6 pães, dirige-se ao balcão e pede que os 6 pães sejam embrulhados.
Resposta da senhora da padaria: "Olhe Desculpe mas não lhe posso vender os 6 porque depois fico sem pão para outros clientes que possam cá vir comprar."
Cliente - (Depois de argumentar a resposta) Pronto, então dê-me só dois.
Então não seria melhor garantir a venda dos 6 pães? Quem lhe garante que terá mais clientes ou que esses clientes queiram pão? Santa paciência...
Segundo exemplo:
Senta-se uma pessoa numa esplanada, bem conhecida na Vila Baleira, sem mais ninguém na esplanada e com cerca de 3 empregados à porta, aguarda uns minutos até que resolve chamar o empregado.
Cliente: Olhe desculpe será que me pode servir, eu queria um café.
Empregado: Desculpe mas não servimos à esplanada, terá de pedir ao balcão.
Então com 3 marmanjos a trabalhar custava muito servir a esplanada só para servir um café? Mesmo sem fazerem nada, preferem assim continuar do que trabalhar.
E depois queixam-se que não há clientes e que os negócios estão a fechar ou a falir. Pois claro, quando têm clientes tratam-nos mal e este tratamento piora quando sabem que são madeirenses (da Madeira, ironicamente são os que mais visitam a Ilha) É preciso muita paciência, mas coitados têm compreensão lenta. :S Parece anedota, mas não é.
O problema é que muitas das situações relatadas não são anedota embora pareçam. Outro dia no café com uns amigos fiquei a saber mais sobre esta população que muito deixa a desejar em termos de hospitalidade para os madeirenses, da Madeira.
Um exemplo:
Vai uma pessoa a uma padaria e verifica que só existem 6 pães, dirige-se ao balcão e pede que os 6 pães sejam embrulhados.
Resposta da senhora da padaria: "Olhe Desculpe mas não lhe posso vender os 6 porque depois fico sem pão para outros clientes que possam cá vir comprar."
Cliente - (Depois de argumentar a resposta) Pronto, então dê-me só dois.
Então não seria melhor garantir a venda dos 6 pães? Quem lhe garante que terá mais clientes ou que esses clientes queiram pão? Santa paciência...
Segundo exemplo:
Senta-se uma pessoa numa esplanada, bem conhecida na Vila Baleira, sem mais ninguém na esplanada e com cerca de 3 empregados à porta, aguarda uns minutos até que resolve chamar o empregado.
Cliente: Olhe desculpe será que me pode servir, eu queria um café.
Empregado: Desculpe mas não servimos à esplanada, terá de pedir ao balcão.
Então com 3 marmanjos a trabalhar custava muito servir a esplanada só para servir um café? Mesmo sem fazerem nada, preferem assim continuar do que trabalhar.
E depois queixam-se que não há clientes e que os negócios estão a fechar ou a falir. Pois claro, quando têm clientes tratam-nos mal e este tratamento piora quando sabem que são madeirenses (da Madeira, ironicamente são os que mais visitam a Ilha) É preciso muita paciência, mas coitados têm compreensão lenta. :S Parece anedota, mas não é.
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