Live and let live giving the best in you... Tomorrow will give you the strenght you need to be happy...
sexta-feira, novembro 30, 2012
segunda-feira, outubro 29, 2012
Jornalismo, num futuro longínquo ou um objectivo sem futuro?
Sejam sensacionalistas, partidários ou de outras vertentes a verdade é que existem empresas de comunicação para todos os gostos, ouvidos e pessoas.
Mas é triste ver a degradação das empresas de comunicação, as redacções ficam mais pequenas, fecham-se gráficas e quase nem existem tipografias, o negócio da escrita informativa tem-se degradado com o passar dos anos. Se há 9 anos eu achava que já não era futuro agora o objectivo será manter o presente sem degradar ainda mais esta profissão.
A quantidade de desempregados no jornalismo é arrepiante e a quantidade de licenciados em jornalismo que nem tiveram oportunidade de exercer a sua profissão será ainda maior, mas nos números e nas contagens do IEFP só falam em professores e engenheiros. As outras profissões não contam?
Sabemos que a fonte de negócio destas empresas noticiosas é a publicidade e sem essa receita não se faz jornalismo, no entanto seria importante descobrir uma forma de angariar mais receita sem ter de despedir pessoal porque as vendas baixaram e porque a publicidade tem vindo a baixar devido à crise portuguesa.
Os estudiosos têm as suas opiniões e estudam a evolução do jornalismo mas também não arranjam soluções para toda esta crise jornalística. Porque não fecham os cursos de jornalismo durante uns anos? Porque não se faz jornalismo como eu aprendi que devíamos fazer... onde está a prática da teoria das faculdades? Como singrar num mundo de notícias falsas e oportunistas? Onde está o jornalismo sério?
Por haver tanto por onde escolher que começou-se a fazer um jornalismo de competição sem olhar aos meios e por isso criou-se a desinformação, mas ainda temos algumas hipóteses por onde escolher, embora há sempre um oportunismo ou um objectivo comercial a atingir. É aqui que se perde o verdadeiro sentido do jornalismo troca-se a paixão pelos números e pelas receitas.
Assim o jornalismo continua um sonho mas não para realizar agora, nem tão cedo pois quando se deixa de acreditar em algo e somos contra a forma como é normal desempenhar certas funções teremos de ser nós a mudar e não os outros. E como é difícil remar contra a maré, um contra todos pode significar todos contra um. Ser minoria no seio de uma sociedade nem sempre é fácil...
domingo, outubro 28, 2012
segunda-feira, outubro 22, 2012
45 anos de RDP na Região
Para muitos, eu inclusivé, a rádio é uma companhia. Quem nunca adormeceu com um programa de rádio, a ouvir as suas músicas preferidas, anos 80, 90, pop, rock, romântica, etc. A rádio para mim foi sempre uma paixão, todo o mistério que envolve, a própria sensualidade transmitida, o desconhecido, e claro que não me refiro a programas de discos pedidos.
Tive o prazer de ter uma experiência radiofónica, muito interessante, algo que é mistificado, no melhor sentido da palavra, e ao mesmo tempo se revela como verdadeiro e não criado. Quem nunca imaginou quem estaria a falar do outro lado? Lembro-me das minhas insónias a ouvir os programas com músicas românticas e, mesmo, o tão famoso "Oceano Pacifico".
Mas é dia de dar os Parabéns à RDP pelo bom trabalho mas, por outro lado, lamento que este seja mais um ano negro para a comunicação, principalmente para os jornalistas. A nível regional os últimos anos têm revelado cada vez mais dificuldades e muitos jornalistas ficaram sem emprego, tendo de envergar por outras áreas. Nos últimos dias só se ouve falar em órgãos de comunicação como jornais, e a agência Lusa, falam-se em greves contra os despedimentos colectivos e individuais nesta profissão. Mas que raio, não há profissão que se safe a 100 por cento. :(
Sem jornalistas como é que o povo se informa, esta é das profissões mais criticadas. Acho que são poucas as conversas com amigos que não se fale da situação actual do País, atrás desse assunto falam das notícias e dos jornalistas que as escrevem. Irrita-me quando as pessoas falam sem conhecimento de causa. Claro que existem maus jornalistas, pseudo-jornalistas e maus profissionais, em todas as áreas, mas muitas vezes também o problema está na leitura pois há que lembrar que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Coloquem duas pessoas que, normalmente, têm ideias opostas sobre esta situação de crise e façam-nas ler a mesma notícia, pois é certo que vão ler, pelo menos um parágrafo, será interpretado de forma completamente diferente.
Mas quem gosta de jornalistas?
- Tem aquele que quer publicidade gratuita,
- O outro que quer 5 segundos de fama,
- O que lhe interessa mandar uns bitaites a titulo de provocação,
- O que responde à provocação,
- O Estado que faz passar Lá para fora só o que interessa,
mas estes todos, entre muitos outros, são os primeiros a dizer mal. Tudo acontece por mero oportunismo mas o jornalismo precisa de informação e notícias, seja por que maneira for. Não interessa se a informação veio de alguma fonte desconhecida o que importa é apurar a verdade e revelá-la da melhor forma. O jornalista é um autêntico detective.
sexta-feira, outubro 19, 2012
O que os outros dizem e não dizem de mim.
Mas ao pensar nos grupos de amigos que já tive, desde a primária, consigo enumerar várias fases da minha vida, e em todas elas os amigos exerceram uma influência, por vezes boa e outras menos boa. Mesmo essas experiências menos boas ajudaram-me a crescer e a tornar-me quem sou hoje. Infelizmente, há pessoas que não aprendem e não evoluem, e simplesmente não se adaptam ao meio, às mudanças sociais.
Mas quando tentamos voltar a contactar com essas pessoas esquecemo-nos que essas também tiveram outro tipo de influência, dos seus amigos e do próprio meio onde estão inseridos, pode já não ser a mesma pessoa, que outrora conhecemos, ter mudado ou simplesmente esquecemo-nos de como essa pessoa era na altura.
Os amigos influenciam mas não nos mudam, ninguém ordena a ninguém para mudar embora existam pessoas demasiado influenciáveis, mas isso é outra história.
Resumindo, antes de contactar alguém com quem não estamos há muito tempo, anos, é melhor fazer uma retrospectiva do passado, onde essa pessoa fez parte, de modo a não termos surpresas. A comunicação é muito importante em qualquer tipo de relação mas, por vezes, por mais que exista uma tentativa de comunicação, isso não significa que o receptor compreenda, pois pode falar uma língua totalmente diferente. Esta falha de comunicação pode levar a desentendimentos, provocando discussões menos boas, e/ou à destruição do canal de transmissão, fazendo com que mensagem não seja entregue ou de forma correcta.
Às vezes por mais que as pessoas mudem não indica que tenha sido da melhor forma, ou que tenham se tornado pessoas melhores, pelo contrário. No entanto, sei que mudei para alguém melhor sem chatices, irritações, complicações, etc como aquele anúncio. A simplicidade continua a ser A qualidade de todas as qualidades...
quinta-feira, outubro 18, 2012
As novas regras da "Desonestidade"
Estas não são medidas de austeridade mas sim medidas desonestas propostas pelo nosso Governo. Mas irrita-me quando aparecem os chicos espertos a dizer que votamos neles e agora temos de aguentar, a esses respondo que é verdade mas também não haviam candidatos melhores. Além de que toda a situação de Portugal não aconteceu ontem mas tem vindo a acontecer na última década, há quem acredite que nunca chegámos a sair da crise dos anos 80, a última vez que o FMI veio a Portugal - e eu também já acredito que sim.
Ao fim de contas cresci a ouvir falar em poupar, ter cuidado com os gastos e a pensar no dia de amanhã, como tal, sendo eu uma criança dos anos 80, sempre vivemos numa crise.
Neste momento, não vale a pena julgar os que votaram ou não votaram pois todas estas medidas iam ser propostas pela Troika e os seus seguidores. É tipo uma seita ou, se quiserem, uma "maria vai com as outras" e iriamos passar pelo mesmo fosse quem fosse que estivesse no poder.
Mas onde eu quero chegar é que com tanto falar em crise e com os números de desemprego a aumentar há cada vez mais depressões e até já existem casos de pessoas que se suicidaram por não conseguirem pagar as suas dividas. Não é brincadeira!!! Mas também não podemos estar constantemente a falar sobre o assunto pois assim só vamos piorar a situação e ficaremos mais que depressivos e as nossas crianças crescerão depressivas e descontentes. Por isso proponho que se guarde 0.50€ cada vez que se fale no assunto assim pode ser que em vez de pensarmos que vamos ter de pagar cada vez mais impostos, passaremos a poupar uns trocos e viveremos, certamente, mais saudáveis. :)
segunda-feira, outubro 15, 2012
A minha escola é melhor que a tua!!!
Queremos o Governo para fora daqui, peço desculpa, jáaaaaaaa!!!
sexta-feira, outubro 05, 2012
3 dias fantásticos ;)
Nada como um fim-de-semana prolongado longe do que é conhecido e de tudo o que é monótono e do quotidiano. Só falta deixar as novas tecnologias de parte... ;)
terça-feira, outubro 02, 2012
Geração 500 / geração à rasca
Cada vez mais passamos da geração rasca para a geração 500, ou geração à rasca, apesar dos estudos não invalida que os nossos ordenados se traduzam em viver à vontade e sem preocupações. Cada vez mais todos nós contamos os trocos e gastamos para o bem mais necessário esquecendo os luxos, por mais pequenos que sejam.
O empresário que falava neste assunto, em que se baseava toda a notícia, referia que com ordenados de cerca de 500 euros os jovens não tinham vontade de trabalhar, não possuindo nenhum tipo de motivação. A este senhor respondo que não é uma questão de vontade pois desde que se goste do que se faz levantamo-nos de manhã com orgulho no que fazemos, além de que, neste momento, devemos agradecer por ter um trabalho seja ele qual for. (Infelizmente é este o sentimento geral.)
Mas a necessidade faz levantar qualquer um de manhã e ir trabalhar, o bom ambiente com os colegas também ajuda e se juntarmos tudo é óbvio que queremos ganhar mais no fim do mês pois toda a gente sabe que pagar contas, transportes e alimentação com apenas 500 euros não é fácil, mas também não é impossível. A motivação ganha-se pois deve estar sempre aliada à vontade e à força de mudança, de querer sempre mais. Um boa dose de ambição não faz mal a ninguém, e se todos fizermos o nosso trabalho fazemos lucrar a empresa e com isso lucramos também nós. Infelizmente nem todos pensam assim e nada fazem para melhorar e, com isso, pioram a situação do país, da empresa e a sua.
Acho que temos de fazer como os nossos pais, pensar sempre que amanhã será melhor e devemos poupar nem que sejam umas migalhas, se formos bons gestores do nosso dinheiro seremos bons a gerir qualquer coisa. Até pode ser que isso conte para o nosso CV, já que o outro teve equivalência num curso devido à sua experiência profissional e sem frequentar as aulas. Nunca se sabe - times are changing. :D
Quando se fala em manifestações e que somos a geração à rasca, ou 500, não estamos a jogar fora tudo o que sabemos ou conhecemos, estamos a elevar a nossa voz para que não nos tirem mais, pois se nos tirarem aí ficamos sem nada e não haverá forma de sobreviver. Em tempos dificeis não há fiado e se faltar pão à mesa a padaria não nos vai vender e apontar a dívida no caderninho, os tempos também mudaram e a palavra e a confiança já não são o que eram.
Mas a atitude correcta é a de não desistir, pois se isto melhorar vai melhorar também para os patrões que poderão aumentar quem merece, criando mais poder de compra. Se este ano não dá para fazer umas férias como sonhamos, fazemos umas mais pequenas ou ficamos em casa, pois há sempre o que fazer: nem que seja montar aquela prateleira que espera há meses para ser colocada. ;)
Há sempre o que fazer, agora não é sentados à sombra da bananeira que vamos ver algo feito, temos de por mãos à obra. Não é se queixando do trabalho ou da ausência dele que tudo se resolve. Ouvem-se as pessoas sempre a queixarem-se, ou é do patrão ou dos colegas, ou porque não têm trabalho. Mas simplesmente se queixam e nada fazem, ficam sempre à espera dos subsídios ou que algo mude sem mexer os braços.
Eu posso pertencer a esta sociedade mas não aceito uma geração 500 à rasca, mas sim uma geração 500 desenrascada, pois, mesmo assim, conseguem viver a sua vida com tantos obstáculos, dão a volta e é a esta geração que eu tenho orgulho de pertencer.
segunda-feira, outubro 01, 2012
Afinal quem é o ignorante, sr. Borges?
segunda-feira, setembro 24, 2012
Do tempo às idades, terei envelhecido?
Ao falar-se de tempo comentei que não me lembrava de um Verão tão quente, a não ser quando era pequenina embora as temperaturas não fossem tão altas como agora. A outra pessoa respondeu que sim, também não se lembrava de tal coisa a não ser quando era pequenina, até porque deveriamos ter a mesma idade, disse a senhora.
Não quererendo ofender ninguém pus-me a pensar: eu que acabei de chegar aos 30, a senhora em questão teria uns 34/35, não acredito que tivesse menos. No entanto, ficou a dúvida: Será que quereria passar por mais nova? Será que eu estou estragada e aparento bem mais velha? Ou será que era a dita senhora que aparentava mais velha?
Aiiii... não gostei, senti-me demasiado adulta e não quero. Eu ainda tenho 30, ainda sou uma criança. :D:D Quando era miuda adorava quando achavam que era mais velha que a minha irmã, temos 3 anos e pouco de diferença, mas agora não acho piada nenhuma quando pensam que sou mais velha. Não tem graça nenhuma, mesmo.
quinta-feira, setembro 20, 2012
terça-feira, setembro 18, 2012
Diarreias políticas
domingo, setembro 16, 2012
"Que se lixe a Troika. Queremos as nossas vidas"
Esta enorme movimentação de populares entrou para a história, principalmente pelo nosso povo ser pacífico e manifestar-se sem grandes confrontos, só nos fazemos ouvir erguendo as nossas vozes ao mais alto som para que toda esta "corja" nos oiça e que deixe de brincar com as nossas vidas.
Orgulho-me de fazer parte desta força humana que levou milhares de pessoas às ruas, crianças, adultos, jovens e menos jovens todos sairam com um só propósito: fazer-se ouvir e lutar pelo que é nosso.
Agora chegou a vez dos nossos políticos e governantes fazerem a sua parte, desistirem de acabar com as nossas vidas e dar-nos o que é nosso, por direito e por esforço. Não andamos aqui parados, trabalhamos e damos o nosso suor a este país que agora só nos quer ROUBAR. Quando me refiro a país falo dos nossos governantes, que apesar de estarem no seu poleiro devido aos nossos votos não lhes demos autorização para roubar o que é nosso e nos tirarem o pão das nossas mesas.
Cobram-nos mais impostos disfarçados de contribuições e esperam que nos calemos? Somos pacíficos, somos educados, temos maturidade suficiente para decidir por nós próprios e agora decidimos que não vos queremos mais. VÃO EMBORA!!!
Temos de pagar mais para respirar o ar português mas VOCÊS, políticos e governantes, mudam as vossas frotas de automóveis, e como notícia de um jornal conhecido ficamos a saber que só no gab. do sr. PM existem 31 viaturas, para quê? Estão a pensar dar boleia aos portugueses que andam de transportes públicos ou a pé? Nós, o povo que garante os vossos ordenados e luxos, levamos os nossos carros para o trabalho ou vamos de transportes públicos, porque é que os srs. não fazem o mesmo? O combustível está caro mas é para todos não só para alguns. Se nós pagamos dos nossos bolsos o que consumimos vocês deveriam fazer o mesmo, além de que já estamos fartos de pagar os vossos gastos e a vossa boa vida.
Ontem a população manifestou o seu desagrado com as medidas de austeridade, com os políticos que nos governam, juntaram-se todas as classes sociais, misturaram-se idades, profissões, desempregados, estudantes, pessoas ilustres, personalidades conhecidas e desconhecidas, somos um povo de luta e crescemos a ouvir: "A união faz a força!", o lema do povo português "O povo unido jamais será vencido", o 25 de Abril ensinou-nos muito e se lutámos pela liberdade de expressão estamos a usufruir dos nossos direitos Agora. Merecemos respeito, por isso srs. governantes respeitem-nos, nós somos dignos de dizer que somos portugueses, infelizmente não podemos TODOS dizer o mesmo, não é srs. governantes?
Na Madeira foi assim:
A concentração no Largo do Município, Funchal, onde quando a marcha de manifestantes chegava até os sinos da Igreja tocaram.
Aqui, junto do Parque de Santa Catarina, foram se juntando vários populares para começar a luta da década.
Um grupo de manifestantes levou os seus próprios cartazes com referência à situação actual do país e às dificuldades que a população está a viver, bem como criticas ao actual Governo e governantes.
O início da concentração de manifestantes que acabou por ser um sucesso, o País uniu-se e mais uma vez comprovou-se que "A união faz a força".
sexta-feira, setembro 14, 2012
Perguntas sem resposta. Vamos à rua!!!!
terça-feira, setembro 11, 2012
A revolta dos "pobres"... vamos lutar pelo nosso futuro.
Como já era de esperar mais austeridade para os portugueses... andam a gozar com a nossa cara... e o povo vai continuar a ficar calado? Vamos todos sair à rua no sábado,dia 15, vamos mostrar a nossa indignação mostrar que também temos voz, também temos poder de decidir o que podem ou não fazer com as nossas vidas. Revoltem-se.
domingo, setembro 09, 2012
As novas medidas de austeridade, ou pelo menos algumas das que deveriam ser adoptadas.
Algumas medidas elaboradas:
- despedimento de metade dos deputados, com direito a um ano de desemprego com direito a 400 euros por mês, sem direito a RSI, eles que enviem Cv's como todos os outros fazem; (ideia da mãe)
- imposto aos ricos, com demasiados bens e riqueza*, mas façam vistoria às contas bancárias como nos fazem a nós, 30 % já é suficiente, acho eu; (*Freitas do Amaral)
- corte dos subsídios, ou pelo menos de um subsídio, se é para uns também é para vocês, senhores ministros e deputados;
- corte geral de contribuições ou lá como chamam a esses pagamentos às Fundações;
- cortem os ordenados milionários dos deputados e dos ministros; (aqui na Madeira há com cada incompetente que ganha rios de dinheiro e nem falar sabem. Ouvem-se frases como: "larguem ele" vindo de uma licenciada. Isto é forma de falar sra. deputada? Outras são despenteadas e ninguém as ouve, outros falam e nada dizem. Mas o que é que lá estão a fazer?)
Se nos juntarmos podemos elaborar uma lista de medidas, as mais correctas, para que Portugal cresça e recupere desta crise. Partilhem as vossas ideias, vamos acabar com esta falta de consideração com os verdadeiros portugueses, vamos salvar o nosso povo.
Chega!!! temos de dizer BASTA a estes políticos. ACABOU!!!!
Os portugueses andam cansados de tanta austeridade, tantas medidas que não parecem ser solução para nenhum problema. Vamos agora todos pagar mais de segurança social para aliviar as contas do Estado, vamos ficar sem um subsídio, como se ganhássemos muito. Vamos pagar mais de IRS pois aos funcionários da Função Pública vão pagar um subsídio dividido por cada mês de trabalho, aumentando o escalão da maioria dos trabalhadores e assim no fim do mês ainda ganham menos do que ganhavam. O salário mínimo desce devido às contribuições.
Mas é justo que paguem uns para que os outros continuem a viver uma vida à vontade? Nós também queremos deixar de contar os trocos no fim do mês, acham que é fácil vida de português do povo?
Oh sr. PM acha que é com mensagens no facebook que vai tranquilizar-nos ou calar-nos a voz, para que se possa mostrar que entendemos as sua palavras. Sim somos todos Homens, fazemos parte da Humanidade, de um povo, de uma sociedade cada vez mais pobre, somos pais, mães, avós, tios e preocupamo-nos com os nossos mas também queremos por comer na mesa e poder alimentar os nossos filhos, sobrinhos e netos. Será que tem noção que existem muitas famílias que nada têm e que lhes falta comida na mesa, e que por vergonha não pedem nem à Cáritas nem ao Banco Alimentar que os ajude?
A nossa sociedade está mais pobre... não tem dinheiro e até o espírito está a escapar-se. Perdem-se as forças para lutar, perdem-se as vontades para fazer algo de diferente, pois para ser diferente é preciso dinheiro e até esse nos estão a levar. Hoje pedem profissionais para trabalhar nas empresas por valores demasiado baixos que não dá para viver. Um licenciado ganha em média 500 euros, será justo? Como é que um jovem pode pensar em casar, comprar casa, ter filhos ou começar um negócio? Digam-me como?
O País está um caos e com tendência para piorar. o que devemos fazer?
O sr. PM fala de medidas que vão impulsionar o emprego, mas onde? Donde é que ele tirou esses dados? Fizeram algum estudo viável para tal afirmação? Então se as empresas não têm dinheiro para contratar, o Estado tem de despedir pessoal, o empreededorismo já era, foi-se como as ideias. Sr. PM e nós que não somos ainda pais, quando é que o seremos? Mal temos para nós quanto mais para por uma criança no Mundo.
Então mas sem crianças não há escolas, jardins-escola, e sem escolas mais desemprego entre os professores e educadores. Já para não falar que vão desaparecer negócios, desses que movem dinheiro e fazem a economia crescer e a moeda circular.
Como é que o desemprego vai diminuir? Ah já sei, vão criar mais serviços para a terceira idade, aumentar a idade da reforma para nenhuma e trabalharemos até ao dia de ir para a cova e, assim, o País deixa de ter renovação de pessoas e morrerá. Pois, sempre nascerão crianças embora não as suficientes, talvez uma grande maioria serão acidentes, os filhos do engano, o futuro do País, de um país de revoltados.
Nós, portugueses, também desabafamos não é só o Senhor, agora temos de apertar mais ainda, mas pelo menos o sr. PM pode falar em filhos e em geração juntando na mesma frase a palavra sacrificio, mas nem todos nós podemos fazer o mesmo. Nem todos podem ter filhos porque os sacrificios que fazemos pelo país não nos permite pensar nisso. Um filho é um investimento mas: para crescer, estudar, licenciar-se, acabar os estudos como Mestre e ganhar 480 euros por mês? Para sofrer ainda mais que nós e que os nossos pais? Para passar fome? Para começar uma vida de sacrifícios? Não foi para isso que os nossos pais lutaram.
Não vou atirar culpas a ninguém pois isto já vem de há muitos anos atrás. A culpa é de todos e também é nossa, dos que se apresentaram a voto e votaram naqueles que prometeram mundos e fundos ainda não tinhamos calo, não sabiamos desconfiar de quem muito promete e nada faz. Talvez o sr. PM seja o mais correcto pois não prometeu, ou melhor, prometeu auteridade e medidas e é isso que nos está a dar, embora mais do que podemos suportar.
Caminhamos para um futuro com lágrimas pois não será fácil.
sexta-feira, setembro 07, 2012
E volta à moda a palavra: austeridade!!!
E lá veio o sr. PM dar-nos a boa nova que vamos ter de pagar mais para trabalhar. Vamos ser novamente sacrificados para que os ricos possam continuar a ser ricos e viver como ricos. Nós, os ricos pobres do século XXI vamos continuar a sofrer as consequências para que outros possam viver as regalias que a vida lhes traz. :(
Há coisas que são só para uns e não para o todos. Seremos o povo português ou serão eles o Portugal que não é para todos?



