Este ano o Gaspar foi excluido do presépio mas ainda muitas pessoas não olharam a gastos e esbanjaram nas prendas, mas o que realmente interessa é a alegria estampada no rosto das crianças e dos adultos também. Esta quadra é de alegria, união, felicidade e, principalmente, de muito amor. Hoje é dia de olhar pelo próximo e fazer pessoas felizes. Boas Festas. :)
Live and let live giving the best in you... Tomorrow will give you the strenght you need to be happy...
terça-feira, dezembro 25, 2012
sexta-feira, novembro 30, 2012
segunda-feira, outubro 29, 2012
Jornalismo, num futuro longínquo ou um objectivo sem futuro?
Houve um dia em que pensei que fazia parte do futuro do jornalismo mas hoje sei que fiz parte de um sonho onde o jornalismo era um objectivo. Hoje questiona-se o futuro do jornalismo e qual o papel do jornalismo no futuro. Existe futuro? Como um dos convidados da Fátima Campos Ferreira disse hoje em dia as pessoas escolhem como querem ser informadas, seja por jornais, televisões, por jornalistas ou pelo "repórter cidadão". Com o desenvolvimento das novas tecnologias e o exacerbado uso da Internet e das redes sociais todos tornam-se informadores do seu meio, do seu núcleo.
Sejam sensacionalistas, partidários ou de outras vertentes a verdade é que existem empresas de comunicação para todos os gostos, ouvidos e pessoas.
Mas é triste ver a degradação das empresas de comunicação, as redacções ficam mais pequenas, fecham-se gráficas e quase nem existem tipografias, o negócio da escrita informativa tem-se degradado com o passar dos anos. Se há 9 anos eu achava que já não era futuro agora o objectivo será manter o presente sem degradar ainda mais esta profissão.
A quantidade de desempregados no jornalismo é arrepiante e a quantidade de licenciados em jornalismo que nem tiveram oportunidade de exercer a sua profissão será ainda maior, mas nos números e nas contagens do IEFP só falam em professores e engenheiros. As outras profissões não contam?
Sabemos que a fonte de negócio destas empresas noticiosas é a publicidade e sem essa receita não se faz jornalismo, no entanto seria importante descobrir uma forma de angariar mais receita sem ter de despedir pessoal porque as vendas baixaram e porque a publicidade tem vindo a baixar devido à crise portuguesa.
Os estudiosos têm as suas opiniões e estudam a evolução do jornalismo mas também não arranjam soluções para toda esta crise jornalística. Porque não fecham os cursos de jornalismo durante uns anos? Porque não se faz jornalismo como eu aprendi que devíamos fazer... onde está a prática da teoria das faculdades? Como singrar num mundo de notícias falsas e oportunistas? Onde está o jornalismo sério?
Por haver tanto por onde escolher que começou-se a fazer um jornalismo de competição sem olhar aos meios e por isso criou-se a desinformação, mas ainda temos algumas hipóteses por onde escolher, embora há sempre um oportunismo ou um objectivo comercial a atingir. É aqui que se perde o verdadeiro sentido do jornalismo troca-se a paixão pelos números e pelas receitas.
Assim o jornalismo continua um sonho mas não para realizar agora, nem tão cedo pois quando se deixa de acreditar em algo e somos contra a forma como é normal desempenhar certas funções teremos de ser nós a mudar e não os outros. E como é difícil remar contra a maré, um contra todos pode significar todos contra um. Ser minoria no seio de uma sociedade nem sempre é fácil...
Sejam sensacionalistas, partidários ou de outras vertentes a verdade é que existem empresas de comunicação para todos os gostos, ouvidos e pessoas.
Mas é triste ver a degradação das empresas de comunicação, as redacções ficam mais pequenas, fecham-se gráficas e quase nem existem tipografias, o negócio da escrita informativa tem-se degradado com o passar dos anos. Se há 9 anos eu achava que já não era futuro agora o objectivo será manter o presente sem degradar ainda mais esta profissão.
A quantidade de desempregados no jornalismo é arrepiante e a quantidade de licenciados em jornalismo que nem tiveram oportunidade de exercer a sua profissão será ainda maior, mas nos números e nas contagens do IEFP só falam em professores e engenheiros. As outras profissões não contam?
Sabemos que a fonte de negócio destas empresas noticiosas é a publicidade e sem essa receita não se faz jornalismo, no entanto seria importante descobrir uma forma de angariar mais receita sem ter de despedir pessoal porque as vendas baixaram e porque a publicidade tem vindo a baixar devido à crise portuguesa.
Os estudiosos têm as suas opiniões e estudam a evolução do jornalismo mas também não arranjam soluções para toda esta crise jornalística. Porque não fecham os cursos de jornalismo durante uns anos? Porque não se faz jornalismo como eu aprendi que devíamos fazer... onde está a prática da teoria das faculdades? Como singrar num mundo de notícias falsas e oportunistas? Onde está o jornalismo sério?
Por haver tanto por onde escolher que começou-se a fazer um jornalismo de competição sem olhar aos meios e por isso criou-se a desinformação, mas ainda temos algumas hipóteses por onde escolher, embora há sempre um oportunismo ou um objectivo comercial a atingir. É aqui que se perde o verdadeiro sentido do jornalismo troca-se a paixão pelos números e pelas receitas.
Assim o jornalismo continua um sonho mas não para realizar agora, nem tão cedo pois quando se deixa de acreditar em algo e somos contra a forma como é normal desempenhar certas funções teremos de ser nós a mudar e não os outros. E como é difícil remar contra a maré, um contra todos pode significar todos contra um. Ser minoria no seio de uma sociedade nem sempre é fácil...
domingo, outubro 28, 2012
segunda-feira, outubro 22, 2012
45 anos de RDP na Região
Logo pela manhã pela baixa da Cidade ouvia-se a emissão em directo das Antenas 1 e 3 e logo me ocorreu que hoje era dia de celebração da caixinha misteriosa da comunicação.
Para muitos, eu inclusivé, a rádio é uma companhia. Quem nunca adormeceu com um programa de rádio, a ouvir as suas músicas preferidas, anos 80, 90, pop, rock, romântica, etc. A rádio para mim foi sempre uma paixão, todo o mistério que envolve, a própria sensualidade transmitida, o desconhecido, e claro que não me refiro a programas de discos pedidos.
Tive o prazer de ter uma experiência radiofónica, muito interessante, algo que é mistificado, no melhor sentido da palavra, e ao mesmo tempo se revela como verdadeiro e não criado. Quem nunca imaginou quem estaria a falar do outro lado? Lembro-me das minhas insónias a ouvir os programas com músicas românticas e, mesmo, o tão famoso "Oceano Pacifico".
Mas é dia de dar os Parabéns à RDP pelo bom trabalho mas, por outro lado, lamento que este seja mais um ano negro para a comunicação, principalmente para os jornalistas. A nível regional os últimos anos têm revelado cada vez mais dificuldades e muitos jornalistas ficaram sem emprego, tendo de envergar por outras áreas. Nos últimos dias só se ouve falar em órgãos de comunicação como jornais, e a agência Lusa, falam-se em greves contra os despedimentos colectivos e individuais nesta profissão. Mas que raio, não há profissão que se safe a 100 por cento. :(
Sem jornalistas como é que o povo se informa, esta é das profissões mais criticadas. Acho que são poucas as conversas com amigos que não se fale da situação actual do País, atrás desse assunto falam das notícias e dos jornalistas que as escrevem. Irrita-me quando as pessoas falam sem conhecimento de causa. Claro que existem maus jornalistas, pseudo-jornalistas e maus profissionais, em todas as áreas, mas muitas vezes também o problema está na leitura pois há que lembrar que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Coloquem duas pessoas que, normalmente, têm ideias opostas sobre esta situação de crise e façam-nas ler a mesma notícia, pois é certo que vão ler, pelo menos um parágrafo, será interpretado de forma completamente diferente.
Mas quem gosta de jornalistas?
- Tem aquele que quer publicidade gratuita,
- O outro que quer 5 segundos de fama,
- O que lhe interessa mandar uns bitaites a titulo de provocação,
- O que responde à provocação,
- O Estado que faz passar Lá para fora só o que interessa,
mas estes todos, entre muitos outros, são os primeiros a dizer mal. Tudo acontece por mero oportunismo mas o jornalismo precisa de informação e notícias, seja por que maneira for. Não interessa se a informação veio de alguma fonte desconhecida o que importa é apurar a verdade e revelá-la da melhor forma. O jornalista é um autêntico detective.
Para muitos, eu inclusivé, a rádio é uma companhia. Quem nunca adormeceu com um programa de rádio, a ouvir as suas músicas preferidas, anos 80, 90, pop, rock, romântica, etc. A rádio para mim foi sempre uma paixão, todo o mistério que envolve, a própria sensualidade transmitida, o desconhecido, e claro que não me refiro a programas de discos pedidos.
Tive o prazer de ter uma experiência radiofónica, muito interessante, algo que é mistificado, no melhor sentido da palavra, e ao mesmo tempo se revela como verdadeiro e não criado. Quem nunca imaginou quem estaria a falar do outro lado? Lembro-me das minhas insónias a ouvir os programas com músicas românticas e, mesmo, o tão famoso "Oceano Pacifico".
Mas é dia de dar os Parabéns à RDP pelo bom trabalho mas, por outro lado, lamento que este seja mais um ano negro para a comunicação, principalmente para os jornalistas. A nível regional os últimos anos têm revelado cada vez mais dificuldades e muitos jornalistas ficaram sem emprego, tendo de envergar por outras áreas. Nos últimos dias só se ouve falar em órgãos de comunicação como jornais, e a agência Lusa, falam-se em greves contra os despedimentos colectivos e individuais nesta profissão. Mas que raio, não há profissão que se safe a 100 por cento. :(
Sem jornalistas como é que o povo se informa, esta é das profissões mais criticadas. Acho que são poucas as conversas com amigos que não se fale da situação actual do País, atrás desse assunto falam das notícias e dos jornalistas que as escrevem. Irrita-me quando as pessoas falam sem conhecimento de causa. Claro que existem maus jornalistas, pseudo-jornalistas e maus profissionais, em todas as áreas, mas muitas vezes também o problema está na leitura pois há que lembrar que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Coloquem duas pessoas que, normalmente, têm ideias opostas sobre esta situação de crise e façam-nas ler a mesma notícia, pois é certo que vão ler, pelo menos um parágrafo, será interpretado de forma completamente diferente.
Mas quem gosta de jornalistas?
- Tem aquele que quer publicidade gratuita,
- O outro que quer 5 segundos de fama,
- O que lhe interessa mandar uns bitaites a titulo de provocação,
- O que responde à provocação,
- O Estado que faz passar Lá para fora só o que interessa,
mas estes todos, entre muitos outros, são os primeiros a dizer mal. Tudo acontece por mero oportunismo mas o jornalismo precisa de informação e notícias, seja por que maneira for. Não interessa se a informação veio de alguma fonte desconhecida o que importa é apurar a verdade e revelá-la da melhor forma. O jornalista é um autêntico detective.
sexta-feira, outubro 19, 2012
O que os outros dizem e não dizem de mim.
As pessoas que nos rodeiam dizem muito sobre nós, pois sem querer adaptamo-nos ao nosso meio e às pessoas com quem lidamos diariamente de uma forma muito natural que é algo intrinseco a nós. Pois quando olho para trás e, apesar de ser mais nova, na altura, denoto que já fui mais fútil e mais esquisita com certas coisas e situações. Agora sinto-me mais descontraída e por isso também mais velha, e isso talvez signifique que cresci e passei a dar valor ao que realmente é importante.
Mas ao pensar nos grupos de amigos que já tive, desde a primária, consigo enumerar várias fases da minha vida, e em todas elas os amigos exerceram uma influência, por vezes boa e outras menos boa. Mesmo essas experiências menos boas ajudaram-me a crescer e a tornar-me quem sou hoje. Infelizmente, há pessoas que não aprendem e não evoluem, e simplesmente não se adaptam ao meio, às mudanças sociais.
Mas quando tentamos voltar a contactar com essas pessoas esquecemo-nos que essas também tiveram outro tipo de influência, dos seus amigos e do próprio meio onde estão inseridos, pode já não ser a mesma pessoa, que outrora conhecemos, ter mudado ou simplesmente esquecemo-nos de como essa pessoa era na altura.
Os amigos influenciam mas não nos mudam, ninguém ordena a ninguém para mudar embora existam pessoas demasiado influenciáveis, mas isso é outra história.
Resumindo, antes de contactar alguém com quem não estamos há muito tempo, anos, é melhor fazer uma retrospectiva do passado, onde essa pessoa fez parte, de modo a não termos surpresas. A comunicação é muito importante em qualquer tipo de relação mas, por vezes, por mais que exista uma tentativa de comunicação, isso não significa que o receptor compreenda, pois pode falar uma língua totalmente diferente. Esta falha de comunicação pode levar a desentendimentos, provocando discussões menos boas, e/ou à destruição do canal de transmissão, fazendo com que mensagem não seja entregue ou de forma correcta.
Às vezes por mais que as pessoas mudem não indica que tenha sido da melhor forma, ou que tenham se tornado pessoas melhores, pelo contrário. No entanto, sei que mudei para alguém melhor sem chatices, irritações, complicações, etc como aquele anúncio. A simplicidade continua a ser A qualidade de todas as qualidades...
Mas ao pensar nos grupos de amigos que já tive, desde a primária, consigo enumerar várias fases da minha vida, e em todas elas os amigos exerceram uma influência, por vezes boa e outras menos boa. Mesmo essas experiências menos boas ajudaram-me a crescer e a tornar-me quem sou hoje. Infelizmente, há pessoas que não aprendem e não evoluem, e simplesmente não se adaptam ao meio, às mudanças sociais.
Mas quando tentamos voltar a contactar com essas pessoas esquecemo-nos que essas também tiveram outro tipo de influência, dos seus amigos e do próprio meio onde estão inseridos, pode já não ser a mesma pessoa, que outrora conhecemos, ter mudado ou simplesmente esquecemo-nos de como essa pessoa era na altura.
Os amigos influenciam mas não nos mudam, ninguém ordena a ninguém para mudar embora existam pessoas demasiado influenciáveis, mas isso é outra história.
Resumindo, antes de contactar alguém com quem não estamos há muito tempo, anos, é melhor fazer uma retrospectiva do passado, onde essa pessoa fez parte, de modo a não termos surpresas. A comunicação é muito importante em qualquer tipo de relação mas, por vezes, por mais que exista uma tentativa de comunicação, isso não significa que o receptor compreenda, pois pode falar uma língua totalmente diferente. Esta falha de comunicação pode levar a desentendimentos, provocando discussões menos boas, e/ou à destruição do canal de transmissão, fazendo com que mensagem não seja entregue ou de forma correcta.
Às vezes por mais que as pessoas mudem não indica que tenha sido da melhor forma, ou que tenham se tornado pessoas melhores, pelo contrário. No entanto, sei que mudei para alguém melhor sem chatices, irritações, complicações, etc como aquele anúncio. A simplicidade continua a ser A qualidade de todas as qualidades...
quinta-feira, outubro 18, 2012
As novas regras da "Desonestidade"
Toda a gente, incluindo eu aqui neste sitio, só fala em austeridade e nas novas medidas impostas pelo Governo. Tanto se fala que já não aguento ouvir mais e até mudo de canal quando começam as informações diárias sobre o assunto.
Estas não são medidas de austeridade mas sim medidas desonestas propostas pelo nosso Governo. Mas irrita-me quando aparecem os chicos espertos a dizer que votamos neles e agora temos de aguentar, a esses respondo que é verdade mas também não haviam candidatos melhores. Além de que toda a situação de Portugal não aconteceu ontem mas tem vindo a acontecer na última década, há quem acredite que nunca chegámos a sair da crise dos anos 80, a última vez que o FMI veio a Portugal - e eu também já acredito que sim.
Ao fim de contas cresci a ouvir falar em poupar, ter cuidado com os gastos e a pensar no dia de amanhã, como tal, sendo eu uma criança dos anos 80, sempre vivemos numa crise.
Neste momento, não vale a pena julgar os que votaram ou não votaram pois todas estas medidas iam ser propostas pela Troika e os seus seguidores. É tipo uma seita ou, se quiserem, uma "maria vai com as outras" e iriamos passar pelo mesmo fosse quem fosse que estivesse no poder.
Mas onde eu quero chegar é que com tanto falar em crise e com os números de desemprego a aumentar há cada vez mais depressões e até já existem casos de pessoas que se suicidaram por não conseguirem pagar as suas dividas. Não é brincadeira!!! Mas também não podemos estar constantemente a falar sobre o assunto pois assim só vamos piorar a situação e ficaremos mais que depressivos e as nossas crianças crescerão depressivas e descontentes. Por isso proponho que se guarde 0.50€ cada vez que se fale no assunto assim pode ser que em vez de pensarmos que vamos ter de pagar cada vez mais impostos, passaremos a poupar uns trocos e viveremos, certamente, mais saudáveis. :)
Estas não são medidas de austeridade mas sim medidas desonestas propostas pelo nosso Governo. Mas irrita-me quando aparecem os chicos espertos a dizer que votamos neles e agora temos de aguentar, a esses respondo que é verdade mas também não haviam candidatos melhores. Além de que toda a situação de Portugal não aconteceu ontem mas tem vindo a acontecer na última década, há quem acredite que nunca chegámos a sair da crise dos anos 80, a última vez que o FMI veio a Portugal - e eu também já acredito que sim.
Ao fim de contas cresci a ouvir falar em poupar, ter cuidado com os gastos e a pensar no dia de amanhã, como tal, sendo eu uma criança dos anos 80, sempre vivemos numa crise.
Neste momento, não vale a pena julgar os que votaram ou não votaram pois todas estas medidas iam ser propostas pela Troika e os seus seguidores. É tipo uma seita ou, se quiserem, uma "maria vai com as outras" e iriamos passar pelo mesmo fosse quem fosse que estivesse no poder.
Mas onde eu quero chegar é que com tanto falar em crise e com os números de desemprego a aumentar há cada vez mais depressões e até já existem casos de pessoas que se suicidaram por não conseguirem pagar as suas dividas. Não é brincadeira!!! Mas também não podemos estar constantemente a falar sobre o assunto pois assim só vamos piorar a situação e ficaremos mais que depressivos e as nossas crianças crescerão depressivas e descontentes. Por isso proponho que se guarde 0.50€ cada vez que se fale no assunto assim pode ser que em vez de pensarmos que vamos ter de pagar cada vez mais impostos, passaremos a poupar uns trocos e viveremos, certamente, mais saudáveis. :)
segunda-feira, outubro 15, 2012
A minha escola é melhor que a tua!!!
No meu tempo ouviam-se as miúdas aos berros a dizer: “A
minha boneca é melhor que a tua!!! É mais gira. É de marca. É uma Barbie.” Etc…
I hate barbies.
Mas hoje fazem-se comparações com escolas, ou melhor, sempre
houve rankings e os alunos sempre souberam quais eram as melhores escolas, fossem
privadas ou públicas. Mas hoje em dia têm dado demasiado valor a isso,
podendo criar situações menos boas entre os estudantes.
Por acaso, hoje, vi uma
reportagem sobre escolas e programas inovadores e gostei de saber que existem alternativas para o que está errado. Visto o
ensino, ou melhor, a aprendizagem na matemática ser precária, não foi necessário
uma escola pertencer ao topo das melhores escolas para desenvolver um projecto
que faça com que os miúdos aprendam mais facilmente a matemática e superem as metas
de falha que existem nos dias de hoje.
São projectos destes que precisamos mas
em todas as áreas, pois as escolas/empresas/instituições, etc, de topo não se interessam pois já estão no topo embora
nem todos os alunos e funcionários sejam média de 20 ou exemplares.
Porque não fazem um ranking interno? A cada instituição e área,? Dos professores? Um ranking onde os alunos teriam de colocar à parte as suas diferenças e avaliar os professores com base no seu profissionalismo em termos de ensino.
Eu posso dizer que a matemática a mim não correu bem porque tive professores de matemática poucos crediveis em termos de profissionalismo. Mas este estudo teria de ser feito em várias disciplinas e áreas, seria muito importante para muita coisa andar em frente e não para os lados.
Queremos o Governo para fora daqui, peço desculpa, jáaaaaaaa!!!
O Gaspar já fala, mas tanto blá blá e ainda não disse nada
que já não soubéssemos. “Portugal atravessa um período difícil da sua história”
– duhhh a sério?
A proposta do OE 2013 é a única possível depois desta 5ª
avaliação, que só chegam à conclusão que só se pode cortar e prejudicar os mais
pobres?
Sacrifícios? Mas o senhor saberá o que significa essa
palavra? Já alguma vez fez algum sacrifício?
Recuar não é uma boa opção.
O IRS ficará como já foi dito anteriormente, então para quê
voltar a parar o País as 18h do dia de hoje.
Não pagar (a dívida) está fora de questão pois o País perdia
credibilidade, ou será que são os senhores que têm o rabo preso?
Sempre vivemos acima das capacidades de produção do País,
então o português não é conhecido por viver acima das suas possibilidades? Não
foi isso que o Governo sempre fez? E continuam a fazer.
Vão repor um subsidio, mas vamos descontar mais, então para
que serve? :S Os pensionistas receberão 10% do subsidio de férias, embora já
não trabalhem mas os trabalhadores, mais que activos, não têm direito.
São taxas, taxas e mais taxas, falam na taxa de IRS que é a
mais baixa da Europa mas não entendo o espanto pois está ao nível do nosso
ordenado mínimo e da maioria dos nossos ordenados. Mas mesmo assim aumenta para
13,2 % será que, amanhã, valerá a pena trabalhar?
Oh pa o homem engana-se tanto que só pede desculpa, ou será
que está a ser educado, e/ou a sua religião obriga-o a dizê-lo pelo pecado de estar a dizer o que diz, visto só prejudicar a
nossa situação em vez de nos ajudar.
Reduziram as Fundações? E as outras Organizações e todas
essas acabadas em Ões que não servem para nada, a não ser gastar os euros dos
cofres dos portugueses?
Bem daqui a uns dias já nenhum estabelecimento e/ou empresa
abrem aos feriados pois o pagamento desses dias passam dos actuais 50% para
25%, daqui a nada são de graça, nem nos pagarão. Mas, também, vão haver cortes nas pensões
de 3.5% a partir dos 1350 euros.
Redução dos postos de trabalho na função pública? Assino por
baixo, mas só se se livrarem dos que nada fazem como: ministros, deputados e restantes
funcionários em cargos bem menores. Pois não fazem falta os que se sentam à
sombra da bananeira. Mas acho que já falam em cortes de pessoal a mais, pois
também vão cortar nos transportes.
Sinceramente já não me apetece ouvir mais estes senhores, é sempre do mesmo e uma pessoa fica deprimida, e a semana mal começou.
sexta-feira, outubro 05, 2012
3 dias fantásticos ;)
Nada como um fim-de-semana prolongado longe do que é conhecido e de tudo o que é monótono e do quotidiano. Só falta deixar as novas tecnologias de parte... ;)
terça-feira, outubro 02, 2012
Geração 500 / geração à rasca
Ontem li uma notícia que fazia referência aos ordenados dos mais novos, que apesar de passarem uma média de 20 anos a estudar isso não se reflete na remunação no fim do mês.
Cada vez mais passamos da geração rasca para a geração 500, ou geração à rasca, apesar dos estudos não invalida que os nossos ordenados se traduzam em viver à vontade e sem preocupações. Cada vez mais todos nós contamos os trocos e gastamos para o bem mais necessário esquecendo os luxos, por mais pequenos que sejam.
O empresário que falava neste assunto, em que se baseava toda a notícia, referia que com ordenados de cerca de 500 euros os jovens não tinham vontade de trabalhar, não possuindo nenhum tipo de motivação. A este senhor respondo que não é uma questão de vontade pois desde que se goste do que se faz levantamo-nos de manhã com orgulho no que fazemos, além de que, neste momento, devemos agradecer por ter um trabalho seja ele qual for. (Infelizmente é este o sentimento geral.)
Mas a necessidade faz levantar qualquer um de manhã e ir trabalhar, o bom ambiente com os colegas também ajuda e se juntarmos tudo é óbvio que queremos ganhar mais no fim do mês pois toda a gente sabe que pagar contas, transportes e alimentação com apenas 500 euros não é fácil, mas também não é impossível. A motivação ganha-se pois deve estar sempre aliada à vontade e à força de mudança, de querer sempre mais. Um boa dose de ambição não faz mal a ninguém, e se todos fizermos o nosso trabalho fazemos lucrar a empresa e com isso lucramos também nós. Infelizmente nem todos pensam assim e nada fazem para melhorar e, com isso, pioram a situação do país, da empresa e a sua.
Acho que temos de fazer como os nossos pais, pensar sempre que amanhã será melhor e devemos poupar nem que sejam umas migalhas, se formos bons gestores do nosso dinheiro seremos bons a gerir qualquer coisa. Até pode ser que isso conte para o nosso CV, já que o outro teve equivalência num curso devido à sua experiência profissional e sem frequentar as aulas. Nunca se sabe - times are changing. :D
Quando se fala em manifestações e que somos a geração à rasca, ou 500, não estamos a jogar fora tudo o que sabemos ou conhecemos, estamos a elevar a nossa voz para que não nos tirem mais, pois se nos tirarem aí ficamos sem nada e não haverá forma de sobreviver. Em tempos dificeis não há fiado e se faltar pão à mesa a padaria não nos vai vender e apontar a dívida no caderninho, os tempos também mudaram e a palavra e a confiança já não são o que eram.
Mas a atitude correcta é a de não desistir, pois se isto melhorar vai melhorar também para os patrões que poderão aumentar quem merece, criando mais poder de compra. Se este ano não dá para fazer umas férias como sonhamos, fazemos umas mais pequenas ou ficamos em casa, pois há sempre o que fazer: nem que seja montar aquela prateleira que espera há meses para ser colocada. ;)
Há sempre o que fazer, agora não é sentados à sombra da bananeira que vamos ver algo feito, temos de por mãos à obra. Não é se queixando do trabalho ou da ausência dele que tudo se resolve. Ouvem-se as pessoas sempre a queixarem-se, ou é do patrão ou dos colegas, ou porque não têm trabalho. Mas simplesmente se queixam e nada fazem, ficam sempre à espera dos subsídios ou que algo mude sem mexer os braços.
Eu posso pertencer a esta sociedade mas não aceito uma geração 500 à rasca, mas sim uma geração 500 desenrascada, pois, mesmo assim, conseguem viver a sua vida com tantos obstáculos, dão a volta e é a esta geração que eu tenho orgulho de pertencer.
Cada vez mais passamos da geração rasca para a geração 500, ou geração à rasca, apesar dos estudos não invalida que os nossos ordenados se traduzam em viver à vontade e sem preocupações. Cada vez mais todos nós contamos os trocos e gastamos para o bem mais necessário esquecendo os luxos, por mais pequenos que sejam.
O empresário que falava neste assunto, em que se baseava toda a notícia, referia que com ordenados de cerca de 500 euros os jovens não tinham vontade de trabalhar, não possuindo nenhum tipo de motivação. A este senhor respondo que não é uma questão de vontade pois desde que se goste do que se faz levantamo-nos de manhã com orgulho no que fazemos, além de que, neste momento, devemos agradecer por ter um trabalho seja ele qual for. (Infelizmente é este o sentimento geral.)
Mas a necessidade faz levantar qualquer um de manhã e ir trabalhar, o bom ambiente com os colegas também ajuda e se juntarmos tudo é óbvio que queremos ganhar mais no fim do mês pois toda a gente sabe que pagar contas, transportes e alimentação com apenas 500 euros não é fácil, mas também não é impossível. A motivação ganha-se pois deve estar sempre aliada à vontade e à força de mudança, de querer sempre mais. Um boa dose de ambição não faz mal a ninguém, e se todos fizermos o nosso trabalho fazemos lucrar a empresa e com isso lucramos também nós. Infelizmente nem todos pensam assim e nada fazem para melhorar e, com isso, pioram a situação do país, da empresa e a sua.
Acho que temos de fazer como os nossos pais, pensar sempre que amanhã será melhor e devemos poupar nem que sejam umas migalhas, se formos bons gestores do nosso dinheiro seremos bons a gerir qualquer coisa. Até pode ser que isso conte para o nosso CV, já que o outro teve equivalência num curso devido à sua experiência profissional e sem frequentar as aulas. Nunca se sabe - times are changing. :D
Quando se fala em manifestações e que somos a geração à rasca, ou 500, não estamos a jogar fora tudo o que sabemos ou conhecemos, estamos a elevar a nossa voz para que não nos tirem mais, pois se nos tirarem aí ficamos sem nada e não haverá forma de sobreviver. Em tempos dificeis não há fiado e se faltar pão à mesa a padaria não nos vai vender e apontar a dívida no caderninho, os tempos também mudaram e a palavra e a confiança já não são o que eram.
Mas a atitude correcta é a de não desistir, pois se isto melhorar vai melhorar também para os patrões que poderão aumentar quem merece, criando mais poder de compra. Se este ano não dá para fazer umas férias como sonhamos, fazemos umas mais pequenas ou ficamos em casa, pois há sempre o que fazer: nem que seja montar aquela prateleira que espera há meses para ser colocada. ;)
Há sempre o que fazer, agora não é sentados à sombra da bananeira que vamos ver algo feito, temos de por mãos à obra. Não é se queixando do trabalho ou da ausência dele que tudo se resolve. Ouvem-se as pessoas sempre a queixarem-se, ou é do patrão ou dos colegas, ou porque não têm trabalho. Mas simplesmente se queixam e nada fazem, ficam sempre à espera dos subsídios ou que algo mude sem mexer os braços.
Eu posso pertencer a esta sociedade mas não aceito uma geração 500 à rasca, mas sim uma geração 500 desenrascada, pois, mesmo assim, conseguem viver a sua vida com tantos obstáculos, dão a volta e é a esta geração que eu tenho orgulho de pertencer.
segunda-feira, outubro 01, 2012
Afinal quem é o ignorante, sr. Borges?
Não me queria pronunciar sobre este assunto pois já ando
farta de todos os assuntos que se relacionam com a palavra austeridade, bem como
senti-la na pele. No entanto, não me passou despercebida a frase que correu as
páginas dos jornais e se ouviu e viu nos órgãos de comunicação social, frase deste
sr Borges que chamou de ignorantes a todos os empresários que estão contra a TSU.
Este senhor ainda teve o descaramento de dizer que estes empresários não
passariam do primeiro ano do seu curso, na faculdade onde dá aulas, ao que me
leva a comentar as duas situações:
1ª em primeiro lugar chamar de ignorantes aos empresários
devido a estarem contra a nova medida da TSU é de um perfeito IGNORANTE, pois
para todos aqueles que sabem somar 2+2, sabe-se que este aumento aos
trabalhadores, e redução às empresas, não vai beneficiar nenhuma das partes. Pois
se um trabalhador já pouco ganha ,com o aumento da TSU ganha ainda menos criando
uma situação de ainda menor poder de compra. E se não se movimenta dinheiro a economia
não anda e nada se ganha com isso. Por isso diga-me sr. Borges: como é que os
empresários são ignorantes? Não têm direito a defender as suas empresas? É que
sem dinheiro não há consumo, e cada vez mais a população gasta em bens mais que
necessários, principalmente alimentares e deixam para trás os luxos. Talvez o
senhor não o faça, nem ligue a isso pois certamente ganha mais do que um
ordenado, como tal não lhe faz diferença. Mas também não lhe dá o direito de opinar sobre algo que não conhece.
Os empresários/patrões têm razão, eles sabem o que dizem e
se fossem ignorantes, como o senhor diz , é que aceitariam esta nova medida não calados, mas mudos.
2ª Com que então o senhor Borges passa os seus alunos de ano
consoante a opinião que tem deles? Então por discordarem de uma ideia sua não
quer dizer que não sejam competentes no que fazem ou não sejam bons alunos. É a
mania de alguns professores retrógradas que só enquanto um aluno tem uma
opinião contrária à dele já é suficiente para chumbar ou estragar-lhe a média,
e sorte será se não tiver esse professor ao longo de todo o curso. Será que
não entendem que ao terem opiniões diferentes significa que são seres pensantes
com capacidades para produzir raciocínio e fazer valer as suas opiniões? Estas
pessoas não são burras nem ignorantes, pelo contrário. Burros e ignorantes
chamo aos que não se pronunciam e ficam à sombra da bananeira ou à espera que o
tempo passe e que ninguém dê pela sua presença. Foi por estes últimos que estes
senhores, como o sr. Borges, acham que podem fazer tudo pois todos se calam.
Além de que só demonstra que realmente o ensino português está viciado e vai de mal a pior. Mas o povo português já levantou a sua voz ao alto e ditou as suas regras,
agora é só cumprirem o que o povo manda.
Acho ridículo pois agora vêm todos dar a sua opinião sempre
de acordo com o seu bolso, esquecem-se dos que pouco ou nada têm. Digo mais, é por
tipos como este senhor Borges que de certeza ganha dois ordenados, no
mínimo, e que está bem de vida, com casa e carro pago, ou do estado, é por eles
que estamos na miséria e a contar os trocos no fim do mês.
segunda-feira, setembro 24, 2012
Do tempo às idades, terei envelhecido?
À porta do consultório falava-se do tempo e destas temperaturas altíssimas, que já nos fazem pedir por frio, bem... pelo menos mais fresco.
Ao falar-se de tempo comentei que não me lembrava de um Verão tão quente, a não ser quando era pequenina embora as temperaturas não fossem tão altas como agora. A outra pessoa respondeu que sim, também não se lembrava de tal coisa a não ser quando era pequenina, até porque deveriamos ter a mesma idade, disse a senhora.
Não quererendo ofender ninguém pus-me a pensar: eu que acabei de chegar aos 30, a senhora em questão teria uns 34/35, não acredito que tivesse menos. No entanto, ficou a dúvida: Será que quereria passar por mais nova? Será que eu estou estragada e aparento bem mais velha? Ou será que era a dita senhora que aparentava mais velha?
Aiiii... não gostei, senti-me demasiado adulta e não quero. Eu ainda tenho 30, ainda sou uma criança. :D:D Quando era miuda adorava quando achavam que era mais velha que a minha irmã, temos 3 anos e pouco de diferença, mas agora não acho piada nenhuma quando pensam que sou mais velha. Não tem graça nenhuma, mesmo.
Ao falar-se de tempo comentei que não me lembrava de um Verão tão quente, a não ser quando era pequenina embora as temperaturas não fossem tão altas como agora. A outra pessoa respondeu que sim, também não se lembrava de tal coisa a não ser quando era pequenina, até porque deveriamos ter a mesma idade, disse a senhora.
Não quererendo ofender ninguém pus-me a pensar: eu que acabei de chegar aos 30, a senhora em questão teria uns 34/35, não acredito que tivesse menos. No entanto, ficou a dúvida: Será que quereria passar por mais nova? Será que eu estou estragada e aparento bem mais velha? Ou será que era a dita senhora que aparentava mais velha?
Aiiii... não gostei, senti-me demasiado adulta e não quero. Eu ainda tenho 30, ainda sou uma criança. :D:D Quando era miuda adorava quando achavam que era mais velha que a minha irmã, temos 3 anos e pouco de diferença, mas agora não acho piada nenhuma quando pensam que sou mais velha. Não tem graça nenhuma, mesmo.
quinta-feira, setembro 20, 2012
terça-feira, setembro 18, 2012
Diarreias políticas
Depois de tudo o que se passou nas últimas semanas, desde
anúncios e conversas com o povo sobre medidas de austeridade até à revolta do
povo continua-se a bater no ceguinho, ou será que não quer ver?
O povo já se manifestou contra estas barbaridades e estes políticos
da treta, todos eles sem excepção, continua a vomitar as mesmas regras que não
lembra a ninguém. Enquanto outros países em crise ou em dificuldades se está
marimbando para o que os outros pensam Portugal continua sob a alçada de países
que só esperam o seu insucesso e ganhar com a crise portuguesa. Mas Portugal
continua a baixar a cabeça.
Enquanto o povo e os patrões já se manifestaram sobre as
contribuições, TSU, etc., o Governo ainda não aceita dar o braço a torcer só
para não voltar atrás na sua palavra. Mas se pensam que isso seria cobardia
estão enganados, seria sim prova de bom senso e de maturidade governamental ou
mesmo do sr. PM.
Se VOCÊS estão no poder por carolice ou porque, como vi em
redes sociais, porque gostavam de brincar aos submarinos, ou brincar à
destruição de um País como se de um jogo de batalha naval se tratasse, NÓS, o
POVO, não escolhemos passar dificuldades e receber de ordenado ainda menos do
que há 10 anos atrás.
Como se tudo isto já não bastasse acabo de ler uma notícia
que me indigna, então não é que o Conselho das Finanças Públicas (CFP) sugere a
substituição, embora parcial, das transferências do governo central paras as
regiões autónomas da Madeira e dos Açores, por impostos próprios mas, claro e
mais que óbvio, sem aumentar a carga fiscal nacional. Mas afinal somos todos
portugueses ou não?
Só porque pertencemos a uma ilha já não somos portugueses? Fariam
o mesmo se fosse outra região portuguesa? Só somos autónomos porque somos uma
ilha, nada mais. Faro também tem uma ilha mas não vejo nem oiço ninguém a
aumentarem os seus impostos. (ridículo seria, também)
Não vamos aumentar a carga fiscal nacional vamos só aumentar
os impostos dos madeirenses e dos açorianos, também o que lhes resta? Em último
caso que fujam a nado, não é?
Nós tínhamos direito a taxas de insularidade pois somos uma
ilha, e alguns de nós recebíamos subsidio de insularidade que já não recebemos,
os nossos combustíveis aumentaram bem mais que em Portugal Continental, pelo
menos na Madeira. Porque temos de pagar pelos erros dos outros? Existem Regiões
portuguesas que também têm dividas e contribuíram para a situação actual do País
e no entanto ninguém fala nelas.
Pelos vistos uns são filhos da mãe e outros devem ser da
onça... oh raios parta estas pessoinhas que só se limitam a dar opiniões e
falar da vida dos outros sem noção da realidade das regiões, sejam elas
autónomas ou não. Tenham cuidado com estas diarreias políticas pois podem ficar
entalados.
Fogo já ando farta de todos falarem e falarem e nada fazerem.
Andam todos com medo de perder o tacho mas realmente também nada fazem nos seus
supostos papeis. Se ser político é só fazer comunicações ao país, falar de
austeridade e implementar medidas desastrosas qualquer um faz. Mas neste
momento precisamos de pessoas competentes, sinceras e que nos dê mais
alternativas que protejam os nossos direitos.
Este ano é um ano bem negro para Portugal: entraram em vigor
as novas alterações em relação aos contratos de trabalho, à atribuição do
subsidio de desemprego, RSI, indemnizações, entre outras regras, no que toca
aos trabalhadores que cada vez têm mais deveres que direitos. Vieram os corte
dos subsídios e agora novas medidas de austeridade – conclui-se que é sempre
para piorar do que para resolver. Precisamos de soluções não de desenrasques.
Os nossos avós e pais não andaram a lutar pela vida e pelos seus direitos para
verem os seus netos e filhos a tentarem sobreviver, tentarem.
O nosso mundo está de
pernas para o ar.
domingo, setembro 16, 2012
"Que se lixe a Troika. Queremos as nossas vidas"
Este foi o lema de todos os protugueses no dia de ontem, dos portugueses que se manifestaram pelas suas cidades e dos portugueses que por algum motivo não puderam, ou quiseram, fazer parte da maior manifestação dos últimos tempos.
Esta enorme movimentação de populares entrou para a história, principalmente pelo nosso povo ser pacífico e manifestar-se sem grandes confrontos, só nos fazemos ouvir erguendo as nossas vozes ao mais alto som para que toda esta "corja" nos oiça e que deixe de brincar com as nossas vidas.
Orgulho-me de fazer parte desta força humana que levou milhares de pessoas às ruas, crianças, adultos, jovens e menos jovens todos sairam com um só propósito: fazer-se ouvir e lutar pelo que é nosso.
Agora chegou a vez dos nossos políticos e governantes fazerem a sua parte, desistirem de acabar com as nossas vidas e dar-nos o que é nosso, por direito e por esforço. Não andamos aqui parados, trabalhamos e damos o nosso suor a este país que agora só nos quer ROUBAR. Quando me refiro a país falo dos nossos governantes, que apesar de estarem no seu poleiro devido aos nossos votos não lhes demos autorização para roubar o que é nosso e nos tirarem o pão das nossas mesas.
Cobram-nos mais impostos disfarçados de contribuições e esperam que nos calemos? Somos pacíficos, somos educados, temos maturidade suficiente para decidir por nós próprios e agora decidimos que não vos queremos mais. VÃO EMBORA!!!
Temos de pagar mais para respirar o ar português mas VOCÊS, políticos e governantes, mudam as vossas frotas de automóveis, e como notícia de um jornal conhecido ficamos a saber que só no gab. do sr. PM existem 31 viaturas, para quê? Estão a pensar dar boleia aos portugueses que andam de transportes públicos ou a pé? Nós, o povo que garante os vossos ordenados e luxos, levamos os nossos carros para o trabalho ou vamos de transportes públicos, porque é que os srs. não fazem o mesmo? O combustível está caro mas é para todos não só para alguns. Se nós pagamos dos nossos bolsos o que consumimos vocês deveriam fazer o mesmo, além de que já estamos fartos de pagar os vossos gastos e a vossa boa vida.
Ontem a população manifestou o seu desagrado com as medidas de austeridade, com os políticos que nos governam, juntaram-se todas as classes sociais, misturaram-se idades, profissões, desempregados, estudantes, pessoas ilustres, personalidades conhecidas e desconhecidas, somos um povo de luta e crescemos a ouvir: "A união faz a força!", o lema do povo português "O povo unido jamais será vencido", o 25 de Abril ensinou-nos muito e se lutámos pela liberdade de expressão estamos a usufruir dos nossos direitos Agora. Merecemos respeito, por isso srs. governantes respeitem-nos, nós somos dignos de dizer que somos portugueses, infelizmente não podemos TODOS dizer o mesmo, não é srs. governantes?
Na Madeira foi assim:
A concentração no Largo do Município, Funchal, onde quando a marcha de manifestantes chegava até os sinos da Igreja tocaram.
Aqui, junto do Parque de Santa Catarina, foram se juntando vários populares para começar a luta da década.
Um grupo de manifestantes levou os seus próprios cartazes com referência à situação actual do país e às dificuldades que a população está a viver, bem como criticas ao actual Governo e governantes.
O início da concentração de manifestantes que acabou por ser um sucesso, o País uniu-se e mais uma vez comprovou-se que "A união faz a força".
Esta enorme movimentação de populares entrou para a história, principalmente pelo nosso povo ser pacífico e manifestar-se sem grandes confrontos, só nos fazemos ouvir erguendo as nossas vozes ao mais alto som para que toda esta "corja" nos oiça e que deixe de brincar com as nossas vidas.
Orgulho-me de fazer parte desta força humana que levou milhares de pessoas às ruas, crianças, adultos, jovens e menos jovens todos sairam com um só propósito: fazer-se ouvir e lutar pelo que é nosso.
Agora chegou a vez dos nossos políticos e governantes fazerem a sua parte, desistirem de acabar com as nossas vidas e dar-nos o que é nosso, por direito e por esforço. Não andamos aqui parados, trabalhamos e damos o nosso suor a este país que agora só nos quer ROUBAR. Quando me refiro a país falo dos nossos governantes, que apesar de estarem no seu poleiro devido aos nossos votos não lhes demos autorização para roubar o que é nosso e nos tirarem o pão das nossas mesas.
Cobram-nos mais impostos disfarçados de contribuições e esperam que nos calemos? Somos pacíficos, somos educados, temos maturidade suficiente para decidir por nós próprios e agora decidimos que não vos queremos mais. VÃO EMBORA!!!
Temos de pagar mais para respirar o ar português mas VOCÊS, políticos e governantes, mudam as vossas frotas de automóveis, e como notícia de um jornal conhecido ficamos a saber que só no gab. do sr. PM existem 31 viaturas, para quê? Estão a pensar dar boleia aos portugueses que andam de transportes públicos ou a pé? Nós, o povo que garante os vossos ordenados e luxos, levamos os nossos carros para o trabalho ou vamos de transportes públicos, porque é que os srs. não fazem o mesmo? O combustível está caro mas é para todos não só para alguns. Se nós pagamos dos nossos bolsos o que consumimos vocês deveriam fazer o mesmo, além de que já estamos fartos de pagar os vossos gastos e a vossa boa vida.
Ontem a população manifestou o seu desagrado com as medidas de austeridade, com os políticos que nos governam, juntaram-se todas as classes sociais, misturaram-se idades, profissões, desempregados, estudantes, pessoas ilustres, personalidades conhecidas e desconhecidas, somos um povo de luta e crescemos a ouvir: "A união faz a força!", o lema do povo português "O povo unido jamais será vencido", o 25 de Abril ensinou-nos muito e se lutámos pela liberdade de expressão estamos a usufruir dos nossos direitos Agora. Merecemos respeito, por isso srs. governantes respeitem-nos, nós somos dignos de dizer que somos portugueses, infelizmente não podemos TODOS dizer o mesmo, não é srs. governantes?
Na Madeira foi assim:
A concentração no Largo do Município, Funchal, onde quando a marcha de manifestantes chegava até os sinos da Igreja tocaram.
Aqui, junto do Parque de Santa Catarina, foram se juntando vários populares para começar a luta da década.
Um grupo de manifestantes levou os seus próprios cartazes com referência à situação actual do país e às dificuldades que a população está a viver, bem como criticas ao actual Governo e governantes.
O início da concentração de manifestantes que acabou por ser um sucesso, o País uniu-se e mais uma vez comprovou-se que "A união faz a força".
sexta-feira, setembro 14, 2012
Perguntas sem resposta. Vamos à rua!!!!
Há que perguntar/questionar os nossos representantes
políticos sobre o futuro do nosso quotidiano, pois se o nosso PR admitiu ser difícil cumprir com as suas
responsabilidades com um ordenado de 10.000€ já se questionaram como vão as
famílias suportar o custo de vida com apenas 390 e tal euros? Sim, pois com o
corte nos ordenados e o aumento das contribuições para a Segurança Social, que nem vai
contar para a nossa reforma, é que nem o ordenado mínimo ganham.
Como vamos dizer às nossas crianças que não há prendas de
Natal. O Estado também cortou no Pai Natal e não há presentes.
Mais: a minha geração terá reforma? Andamos a trabalhar para
ter direitos no futuro? A geração dos 30, 40 e até dos 50 anos terá reforma?
E os desempregados com mais de 40 anos, com imensa
experiência mas que já são “velhos” para trabalhar? Como vão fazer? Como vão
responder às suas necessidades?
Será que é assim tão difícil cortar nos que mais têm e
deixarem os pequenos crescer um pouco, sentirem que a corda à volta do pescoço
alargou um pouco, é que sufocados já estamos todos.
Amanhã é dia de Luta, vamos todos gritar a uma só voz o quanto estamos indignados com as novas medidas e já são as várias cidades portuguesas e não só, que se juntaram à Nossa causa. Vamos todos mostrar que não podem brincar com as nossas vidas... todos por uma só causa, vamos proteger o que nos pertence, vamos mostrar que Juntos somos a união, e fazemos a diferença.
terça-feira, setembro 11, 2012
A revolta dos "pobres"... vamos lutar pelo nosso futuro.
Como já era de esperar mais austeridade para os portugueses... andam a gozar com a nossa cara... e o povo vai continuar a ficar calado? Vamos todos sair à rua no sábado,dia 15, vamos mostrar a nossa indignação mostrar que também temos voz, também temos poder de decidir o que podem ou não fazer com as nossas vidas. Revoltem-se.
domingo, setembro 09, 2012
As novas medidas de austeridade, ou pelo menos algumas das que deveriam ser adoptadas.
Os portugueses deviam juntar-se e elaborar a verdadeira lista de medidas de austeridade para o nosso Portugal andar para a frente e não a passo de caranguejo.
Algumas medidas elaboradas:
- despedimento de metade dos deputados, com direito a um ano de desemprego com direito a 400 euros por mês, sem direito a RSI, eles que enviem Cv's como todos os outros fazem; (ideia da mãe)
- imposto aos ricos, com demasiados bens e riqueza*, mas façam vistoria às contas bancárias como nos fazem a nós, 30 % já é suficiente, acho eu; (*Freitas do Amaral)
- corte dos subsídios, ou pelo menos de um subsídio, se é para uns também é para vocês, senhores ministros e deputados;
- corte geral de contribuições ou lá como chamam a esses pagamentos às Fundações;
- cortem os ordenados milionários dos deputados e dos ministros; (aqui na Madeira há com cada incompetente que ganha rios de dinheiro e nem falar sabem. Ouvem-se frases como: "larguem ele" vindo de uma licenciada. Isto é forma de falar sra. deputada? Outras são despenteadas e ninguém as ouve, outros falam e nada dizem. Mas o que é que lá estão a fazer?)
Se nos juntarmos podemos elaborar uma lista de medidas, as mais correctas, para que Portugal cresça e recupere desta crise. Partilhem as vossas ideias, vamos acabar com esta falta de consideração com os verdadeiros portugueses, vamos salvar o nosso povo.
Algumas medidas elaboradas:
- despedimento de metade dos deputados, com direito a um ano de desemprego com direito a 400 euros por mês, sem direito a RSI, eles que enviem Cv's como todos os outros fazem; (ideia da mãe)
- imposto aos ricos, com demasiados bens e riqueza*, mas façam vistoria às contas bancárias como nos fazem a nós, 30 % já é suficiente, acho eu; (*Freitas do Amaral)
- corte dos subsídios, ou pelo menos de um subsídio, se é para uns também é para vocês, senhores ministros e deputados;
- corte geral de contribuições ou lá como chamam a esses pagamentos às Fundações;
- cortem os ordenados milionários dos deputados e dos ministros; (aqui na Madeira há com cada incompetente que ganha rios de dinheiro e nem falar sabem. Ouvem-se frases como: "larguem ele" vindo de uma licenciada. Isto é forma de falar sra. deputada? Outras são despenteadas e ninguém as ouve, outros falam e nada dizem. Mas o que é que lá estão a fazer?)
Se nos juntarmos podemos elaborar uma lista de medidas, as mais correctas, para que Portugal cresça e recupere desta crise. Partilhem as vossas ideias, vamos acabar com esta falta de consideração com os verdadeiros portugueses, vamos salvar o nosso povo.
Chega!!! temos de dizer BASTA a estes políticos. ACABOU!!!!
Ainda não tinha tido tempo de escrever o que penso destas novas medidas que vão ser impostas ao povo português. Mas antes de comentar seja lá o que for tenho de dizer que para parar com esta estupidez temos de nos unir, não só meia dúzia de pessoas mas, temos de sair à rua, todos juntos, e mostrar a nossa indignação, temos de fazer um dia de luto por Portugal, pois se isto continua vamos todos ser levados à bancarrota da pior forma e com passagem só de ida.
Os portugueses andam cansados de tanta austeridade, tantas medidas que não parecem ser solução para nenhum problema. Vamos agora todos pagar mais de segurança social para aliviar as contas do Estado, vamos ficar sem um subsídio, como se ganhássemos muito. Vamos pagar mais de IRS pois aos funcionários da Função Pública vão pagar um subsídio dividido por cada mês de trabalho, aumentando o escalão da maioria dos trabalhadores e assim no fim do mês ainda ganham menos do que ganhavam. O salário mínimo desce devido às contribuições.
Mas é justo que paguem uns para que os outros continuem a viver uma vida à vontade? Nós também queremos deixar de contar os trocos no fim do mês, acham que é fácil vida de português do povo?
Oh sr. PM acha que é com mensagens no facebook que vai tranquilizar-nos ou calar-nos a voz, para que se possa mostrar que entendemos as sua palavras. Sim somos todos Homens, fazemos parte da Humanidade, de um povo, de uma sociedade cada vez mais pobre, somos pais, mães, avós, tios e preocupamo-nos com os nossos mas também queremos por comer na mesa e poder alimentar os nossos filhos, sobrinhos e netos. Será que tem noção que existem muitas famílias que nada têm e que lhes falta comida na mesa, e que por vergonha não pedem nem à Cáritas nem ao Banco Alimentar que os ajude?
A nossa sociedade está mais pobre... não tem dinheiro e até o espírito está a escapar-se. Perdem-se as forças para lutar, perdem-se as vontades para fazer algo de diferente, pois para ser diferente é preciso dinheiro e até esse nos estão a levar. Hoje pedem profissionais para trabalhar nas empresas por valores demasiado baixos que não dá para viver. Um licenciado ganha em média 500 euros, será justo? Como é que um jovem pode pensar em casar, comprar casa, ter filhos ou começar um negócio? Digam-me como?
O País está um caos e com tendência para piorar. o que devemos fazer?
O sr. PM fala de medidas que vão impulsionar o emprego, mas onde? Donde é que ele tirou esses dados? Fizeram algum estudo viável para tal afirmação? Então se as empresas não têm dinheiro para contratar, o Estado tem de despedir pessoal, o empreededorismo já era, foi-se como as ideias. Sr. PM e nós que não somos ainda pais, quando é que o seremos? Mal temos para nós quanto mais para por uma criança no Mundo.
Então mas sem crianças não há escolas, jardins-escola, e sem escolas mais desemprego entre os professores e educadores. Já para não falar que vão desaparecer negócios, desses que movem dinheiro e fazem a economia crescer e a moeda circular.
Como é que o desemprego vai diminuir? Ah já sei, vão criar mais serviços para a terceira idade, aumentar a idade da reforma para nenhuma e trabalharemos até ao dia de ir para a cova e, assim, o País deixa de ter renovação de pessoas e morrerá. Pois, sempre nascerão crianças embora não as suficientes, talvez uma grande maioria serão acidentes, os filhos do engano, o futuro do País, de um país de revoltados.
Nós, portugueses, também desabafamos não é só o Senhor, agora temos de apertar mais ainda, mas pelo menos o sr. PM pode falar em filhos e em geração juntando na mesma frase a palavra sacrificio, mas nem todos nós podemos fazer o mesmo. Nem todos podem ter filhos porque os sacrificios que fazemos pelo país não nos permite pensar nisso. Um filho é um investimento mas: para crescer, estudar, licenciar-se, acabar os estudos como Mestre e ganhar 480 euros por mês? Para sofrer ainda mais que nós e que os nossos pais? Para passar fome? Para começar uma vida de sacrifícios? Não foi para isso que os nossos pais lutaram.
Não vou atirar culpas a ninguém pois isto já vem de há muitos anos atrás. A culpa é de todos e também é nossa, dos que se apresentaram a voto e votaram naqueles que prometeram mundos e fundos ainda não tinhamos calo, não sabiamos desconfiar de quem muito promete e nada faz. Talvez o sr. PM seja o mais correcto pois não prometeu, ou melhor, prometeu auteridade e medidas e é isso que nos está a dar, embora mais do que podemos suportar.
Caminhamos para um futuro com lágrimas pois não será fácil.
Os portugueses andam cansados de tanta austeridade, tantas medidas que não parecem ser solução para nenhum problema. Vamos agora todos pagar mais de segurança social para aliviar as contas do Estado, vamos ficar sem um subsídio, como se ganhássemos muito. Vamos pagar mais de IRS pois aos funcionários da Função Pública vão pagar um subsídio dividido por cada mês de trabalho, aumentando o escalão da maioria dos trabalhadores e assim no fim do mês ainda ganham menos do que ganhavam. O salário mínimo desce devido às contribuições.
Mas é justo que paguem uns para que os outros continuem a viver uma vida à vontade? Nós também queremos deixar de contar os trocos no fim do mês, acham que é fácil vida de português do povo?
Oh sr. PM acha que é com mensagens no facebook que vai tranquilizar-nos ou calar-nos a voz, para que se possa mostrar que entendemos as sua palavras. Sim somos todos Homens, fazemos parte da Humanidade, de um povo, de uma sociedade cada vez mais pobre, somos pais, mães, avós, tios e preocupamo-nos com os nossos mas também queremos por comer na mesa e poder alimentar os nossos filhos, sobrinhos e netos. Será que tem noção que existem muitas famílias que nada têm e que lhes falta comida na mesa, e que por vergonha não pedem nem à Cáritas nem ao Banco Alimentar que os ajude?
A nossa sociedade está mais pobre... não tem dinheiro e até o espírito está a escapar-se. Perdem-se as forças para lutar, perdem-se as vontades para fazer algo de diferente, pois para ser diferente é preciso dinheiro e até esse nos estão a levar. Hoje pedem profissionais para trabalhar nas empresas por valores demasiado baixos que não dá para viver. Um licenciado ganha em média 500 euros, será justo? Como é que um jovem pode pensar em casar, comprar casa, ter filhos ou começar um negócio? Digam-me como?
O País está um caos e com tendência para piorar. o que devemos fazer?
O sr. PM fala de medidas que vão impulsionar o emprego, mas onde? Donde é que ele tirou esses dados? Fizeram algum estudo viável para tal afirmação? Então se as empresas não têm dinheiro para contratar, o Estado tem de despedir pessoal, o empreededorismo já era, foi-se como as ideias. Sr. PM e nós que não somos ainda pais, quando é que o seremos? Mal temos para nós quanto mais para por uma criança no Mundo.
Então mas sem crianças não há escolas, jardins-escola, e sem escolas mais desemprego entre os professores e educadores. Já para não falar que vão desaparecer negócios, desses que movem dinheiro e fazem a economia crescer e a moeda circular.
Como é que o desemprego vai diminuir? Ah já sei, vão criar mais serviços para a terceira idade, aumentar a idade da reforma para nenhuma e trabalharemos até ao dia de ir para a cova e, assim, o País deixa de ter renovação de pessoas e morrerá. Pois, sempre nascerão crianças embora não as suficientes, talvez uma grande maioria serão acidentes, os filhos do engano, o futuro do País, de um país de revoltados.
Nós, portugueses, também desabafamos não é só o Senhor, agora temos de apertar mais ainda, mas pelo menos o sr. PM pode falar em filhos e em geração juntando na mesma frase a palavra sacrificio, mas nem todos nós podemos fazer o mesmo. Nem todos podem ter filhos porque os sacrificios que fazemos pelo país não nos permite pensar nisso. Um filho é um investimento mas: para crescer, estudar, licenciar-se, acabar os estudos como Mestre e ganhar 480 euros por mês? Para sofrer ainda mais que nós e que os nossos pais? Para passar fome? Para começar uma vida de sacrifícios? Não foi para isso que os nossos pais lutaram.
Não vou atirar culpas a ninguém pois isto já vem de há muitos anos atrás. A culpa é de todos e também é nossa, dos que se apresentaram a voto e votaram naqueles que prometeram mundos e fundos ainda não tinhamos calo, não sabiamos desconfiar de quem muito promete e nada faz. Talvez o sr. PM seja o mais correcto pois não prometeu, ou melhor, prometeu auteridade e medidas e é isso que nos está a dar, embora mais do que podemos suportar.
Caminhamos para um futuro com lágrimas pois não será fácil.
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